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A garota do veio do Timor-Leste

Com ajuda do Rotary Internacional, Nadya Andrade Filipe veio ao Brasil para aprimorar o Português e realizar o sonho de ser médica Nadya...

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terça-feira, 15 de maio de 2018

Vândalos invadem CEJDS

Vândalos jogaram salsicha até no bebedouro do CEJDS (foto: Gilberto Jacó)

O colégio Estadual José Dantas de Souza foi invadido neste final de semana por vândalos. A ação aconteceu no sábado pela noite. Segundo o professor Gilberto Jacó, não invadiram com o objetivo de roubar. Não levaram nada de valor, mas entraram na cozinha e jogaram toda merenda escolar pelo chão. Até linguiça colocaram dentro do bebedouro. Os malandros não tiveram acesso à secretaria do colégio, mas o que foi possível as mãos alcançarem derrubaram. O professor Gilberto levou o caso à delegacia para a devida apuração, mas tudo leva a crer se tratar de estudantes da própria escola, irritados com alguma coisa. Já há inclusive suspeitas que serão devidamente apuradas. Quem for descoberto, o responsável deverá responder por vandalismo e destruição do patrimônio público.
Calçamento sai até dezembro
Mas foi neste fim de semana que também veio uma notícia boa para o CEJDS. É que foi publicado no Diário Oficial o convênio entre o Governo do Estado e a Prefeitura Municipal de Heliópolis para calçamento de quatro ruas. Entre elas está a Francisca Alves, a rua do colégio. Além dela, travessa Mangabeira, rua Poço Verde e Jeremias Barbosa. Valor do Convênio: 589 mil reais. O calçamento foi prometido quando o governador Rui Costa esteve em visita à escola no ano passado. Além do calçamento, que deve sair até o fim do ano, a direção da escola pediu a mudança de todo o piso e a cobertura da quadra de esportes. A troca do piso está mais próxima de acontecer.

domingo, 13 de maio de 2018

A garota do veio do Timor-Leste

Com ajuda do Rotary Internacional, Nadya Andrade Filipe veio ao Brasil para aprimorar o Português e realizar o sonho de ser médica
Nadya Andrade Filipe veio do Timor-Leste e estuda no Colégio do Salvador, em Aracaju-Se.
(foto-montagem: Landisvalth Lima)
O nome dela é Nadya Andrade Filipe, estudante do Colégio do Salvador, em Aracaju. Ela veio do outro lado do mundo, do último país a ter a Língua Portuguesa como oficial: O Timor-Leste. Nadya veio para o Brasil graças a um intercâmbio promovido pelo Rotary Internacional. Todos os anos, mais de 8.000 jovens viajam para países diferentes, patrocinados por Rotary Clubs, com o objetivo de estreitar os laços de amizade e fraternidade entre as diversas nações em todo o mundo. Nadya foi uma de três selecionados o ano passado e veio para a cidade de Aracaju, em Sergipe. Ela está matriculada no 3º ano do Ensino Médio do Colégio do Salvador, mas já concluiu os estudos medianos em Dili, capital do Timor-Leste, no colégio Santa Madalena de Canossa. Os outros dois estudantes estão em São Paulo.
O país de onde veio Nadya tem nome pleonástico. Timor vem do indonésio timur, que significa leste. O nome foi aportuguesado para Timor e acabou ficando Timor-Leste. Em tétum, idioma mais falado por lá, o nome do país é Timor Lorosa'e, este segundo nome também significa leste. Situado na ilha de Timor, no continente asiático, o território montanhoso do Timor-Leste só possui fronteira terrestre com a Indonésia. Ex-colônia portuguesa, o país é o único da Ásia que tem o Português como idioma oficial, apesar de ser falado por apenas 10% da população nacional. Com isso, a nação é uma das integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Nadya Filipe está com 17 anos. Ela nasceu quando o país já havia se livrado do domínio indonésio. O Timor-Leste se tornou independente em 2002. Essa conquista ocorreu após vários anos de lutas contra os colonizadores. Os portugueses foram os primeiros a ocupar o território, em 1859, realizando a exploração de madeiras nobres, fato que provocou a destruição da mata local. Entre os anos de 1975 a 1999, a Indonésia invadiu o Timor Leste, iniciando uma onda de terror naquele país. O ensino do idioma local, o tétum, foi proibido, execuções em massa foram realizadas e ocorreu a destruição da infraestrutura. Nadya estava com 1 ano de idade quando o país conquistou sua independência, mas ainda sofreu quando implodiu a guerra civil pelo domínio político do país. Com seis anos, Nadya fugiu com a família para uma ilha.
Enquanto Nadya estuda aqui no Brasil, Timor-Leste vive o seu momento democrático. Ocorreram eleições antecipadas esta semana e a Aliança de Mudança para o Progresso (AMP) está consolidando uma maioria absoluta, com 49,33% dos votos. A contagem dos boletins das eleições antecipadas deste sábado (12) em Timor-Leste está na reta final, já com 96% dos votos contados e deve legitimar a liderança de Xanana Gusmão, um dos nomes da luta pela independência. Na manhã deste domingo, a coligação AMP, liderada por Xanana, tinha 285.534 votos, à frente da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), com 198.745 votos, ou seja, 34,33% do total. Em terceiro lugar, surge o Partido Democrático (PD) com 45.884 votos (7,93%) e depois a Frente de Desenvolvimento Democrático (FDD), com 32.706 votos (5,65%).
Aqui no Brasil, Nadya se prepara para fazer um curso de nível superior. Ela informa que lá existem vários cursos, desde Medicina até Letras-Português. A dificuldade relatada por ela é que, embora o Português seja ensinado desde a pré-escola, nos cursos superiores os professores falam o Tétum, em alguns casos até o inglês. Nadya veio ao Brasil não só para aprimorar, mas também para conhecer um pouco do mundo e contribuir para a melhoria de sua comunidade. Por isso ela quer fazer Medicina. Embora já tenha sua vaga reservada para o curso de engenharia mecânica, ela acha que prestará melhor serviço como médica.
Nadya Andrade Filipe é filha de um empresário da construção civil, Francisco Honório. Sua mãe é funcionária de um departamento de importação e exportação, uma aduana, Adelina Andrade. Curioso é a quantidade de idiomas que eles precisam falar no Timor. Adelina, Francisco, Nadya e sua irmã mais nova, Michela, falam quatro idiomas, o Português, o Tétum, o Indonésio e o Inglês. Quando voltar em janeiro de 2019 para a sua cidade natal, Dili, capital do Timor, Nadya terá uma extraordinária bagagem de conhecimentos. Ela diz que guardará para sempre coisas da nossa cultura, como o nosso forró, e tem uma definição para o povo sergipano: “pessoas lindas, simpáticas e engraçadas”. Ela está esperando a época certa para aprender a dançar forró. Não faltarão professores.
Lá no Timor-Leste também existe um exame nacional do ensino médio. Do resultado que obteve no ano passado, Nadya está apta a cursar Engenharia Mecânica. Como deseja Medicina, Nadya fará novamente e, desta vez, acredita que conseguirá. Apesar de gostar muito de Aracaju, a garota do Timor fala de Dili com emoção. Diz que a cidade foi reconstruída e hoje tem shoppings, largas avenidas e uma população que chega a 280 mil habitantes, sendo a maior cidade do país. O Timor-Leste voltou a ter uma população crescente, inclusive com a volta de muitos que tiveram que abandonar a ilha. Hoje, são 1 milhão e 300 mil habitantes, 500 mil a mais que há 19 anos. No país há três canais de televisão com noticiário em Tétum e Português, mas não há exibição de novelas brasileiras. Lá, os folhetins eletrônicos são de Portugal ou da Indonésia.  

Vídeo mostra policial militar matando assaltante



        O fato aconteceu em São paulo, na cidade de Suzano. Uma policial militar de folga reagiu a uma tentativa de assalto e matou um ladrão na manhã deste sábado (12). Segundo informações da Folha de S. Paulo, mulheres e crianças estavam em frente a uma escola particular para participar de uma festa do Dia das Mães quando foram abordadas por um homem armado. A policial sacou a arma logo depois do criminoso anunciar o crime e atirou contra ele. Foi rápida, precisa, fulminante. O homem chegou a ser levado para um hospital da cidade, mas morreu.  

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Poucas & Boas 2018.5

O Mercado Municipal abandonado está em frente à Praça de Eventos (foto: Landisvalth Lima) 
Mercado abandonado
Estamos chegando ao ano e meio da segunda administração do prefeito Ildinho e ainda não foi dada uma solução definitiva ao Mercado Municipal. A prefeitura, segundo fui informado, já solicitou o prédio ao governo do estado e nada ainda foi resolvido. Enquanto isso, a sujeira toma conta do lugar. Virou um depósito de coisas ruins. Já não há mais fiação elétrica e até os azulejos estão sendo arrancados. E olhem que o mercado fica em frente da Praça de Eventos, o local mais conhecido e visitado da cidade. Quem for ao local vai perceber que tudo pode ser recuperado com uma ninharia. A estrutura está preservada, por enquanto. Dá pena ver o patrimônio público, construído com o nosso suado dinheiro, ter um destino tão patético.
Há ideias
Lembro-me de quando a vereadora Ana Dalva pediu a Ildinho para que o mercado municipal fosse o local de funcionamento da Secretaria de Educação. Como há espaço de sobra, também poderia ser um Mercado de Arte Popular de Heliópolis – o MAPHE. Poderia ser disponibilizado espaços para artista como José Ilson (Neném), para as vendedoras de beiju do Tijuco, para as muitas rendeiras da cidade, doceiras e artesãos. Há ideias e soluções para o problema. O que não pode é aquilo estar servindo para acumular doenças e enfeiar a cidade. Aproveitem que é ano de eleição e resolvam logo isso. É urgente!
Patrimônio de Jaques Wagner cresceu
A coluna Satélite, do jornal Correio 24 horas, publicou que o patrimônio do ex-ministro Jaques Wagner (PT) teve um crescimento de 310% nos últimos oito anos, de acordo com a lista de bens divulgada por ele após deixar o comando da Secretária Estadual de Desenvolvimento Econômico e publicada no Diário Oficial do Executivo. Em 2010, quando foi reeleito governador da Bahia, Wagner informou à Justiça Eleitoral possuir R$ 818.952 em ações e investimentos no Brasil e no exterior. À época, a declaração entregue por ele não citava a propriedade de imóveis. Agora os bens do petista alcançam R$ 3.358.596, soma quatro vezes maior que a anterior. 
Banco imobiliário e Roda da fortuna
A nova lista de bens de Jacques Wagner inclui o apartamento dele no 13º andar do luxuoso edifício Victory Tower, no Corredor da Vitória, calculado em R$ 1,6 milhão, R$ 748 mil em aplicações financeiras diversas e R$ 438 mil em ações na Bolsa de Valores. O ex-ministro declarou ainda a posse de dois apartamentos no Rio de Janeiro, de R$ 25 mil cada, fruto de herança do pai, Joseph Wagner. Desde sua reeleição para o governo do estado, Jaques Wagner incorporou ao patrimônio pessoal 76% de uma fazenda de 13 hectares situada em Andaraí, na Chapada Diamantina, com valor estimado em R$ 294 mil. Na nova declaração informada pelo petista, constam também um lote de R$ 28 mil em Vila de Abrantes, distrito de Camaçari, e quatro veículos - Pajero Dakar, Toyota Land Cruiser Prado, Hyundai HB20 e um Ford ano 1929, relíquia cobiçada por colecionadores de carros antigos. Em 2010, Wagner não citou automóveis na relação de bens entregues à Justiça Eleitoral.
Duas desistências
Vai ficar cada vez mais longo o nosso sonho de melhorar o quadro político do país. Dois nomes impecáveis, de vidas irretocáveis, desistiram de concorrer às eleições deste ano. Eliana Calmon, pela Rede, e Joaquim Barbosa. pelo PSB. Eliana teria eleição garantida a deputada federal pela Bahia. Seria o carro-chefe do partido de Marina Silva. Ela teve sozinha 500 mil votos para Senadora em eleição passada. O outro foi Joaquim Barbosa. Seria candidato a presidente pelo PSB e eu torcia para ser companheiro de chapa de Marina Silva. Não deu. O espaço está tomado pelo conservadorismo, seja de esquerda ou de direita. Marina está só. Será uma luta desigual. 

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Marina Silva no Roda Viva

Canta, passarinho!

As estranhas obras do Açude de Heliópolis

Ainda há muito a fazer no Açude de Heliópolis (foto: Landisvalth Lima)

Soube, como aqui já foi divulgado, que o deputado federal José Carlos Aleluia liberou uma emenda de 75 mil para restauração do Açude de Heliópolis, localizado na tríplice fronteira do município com Fátima e Cícero Dantas. O principal interessado na restauração é o professor Gilberto Jacó, que inclusive, certa feita, promoveu uma limpeza do nosso maior reservatório de água utilizando máquinas cedidas pela Prefeitura Municipal. Outro interessado é ex vice-prefeito Gama Neves, tentando massagear o apoio do professor Gilberto para as bandas do DEM.
Uma empresa foi contratada pelo DNOCS para proceder a limpeza e restauração. A coisa ficou meio estranha porque não há como tirar toda aquela lama com a quantidade de água que existe hoje. Começaram então o processo de limpeza, o que também acaba sendo inusitado. Depois que a limpeza foi feita, a restauração não foi iniciada. Alegaram que vão esperar o verão para retirar a lama. Iniciaram para não terminar por agora. E se o inverno for daqueles, com muita água? Serão dois anos ou mais para a água baixar. Ainda teremos a verba?
Esta história não está bem contada. Perguntado, Gilberto Jacó afirma que não está sabendo de nada e vai contatar Gama Neves para saber o que de fato ocorreu. Não houve ainda retorno de Neves. Enquanto isso, é preciso deixar claro que este dinheiro não resolverá o problema do açude. Não adianta tirar a lama, fazer toda a limpeza e o esgoto da cidade continuar contaminando suas águas. Chega de faz-de-conta. Heliópolis está até o pescoço com coisas sendo feitas pela metade. Se ajoelhou, não adianta rezar o Padre-nosso sem a Ave Maria. Vamos aguardar.

sábado, 5 de maio de 2018

Dois fatos que revelam o Brasil

Fato 1
No Japão - A polícia da região oeste do Japão prendeu um fugitivo após uma grande caçada humana que se estendeu por mais de 20 dias. O homem havia escapado de um presídio semiaberto no início do mês. Depois de ter recebido uma informação, a polícia capturou Tatsuma Hirao em Hiroshima pouco antes do meio-dia desta segunda-feira. A operação envolveu 1.200 policiais e auxiliares na procura do fugitivo, que era apenas um bandido mediano. Como demorou muito e causou transtornos à população, as autoridades pediram desculpas ao povo.
No Brasil – O Ministério Público Federal instaurou nesta quarta-feira (2) um inquérito para apurar a responsabilidade pelo incêndio e desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, na região do Largo do Paissandu, no Centro de São Paulo, na madrugada de terça-feira (1º). A investigação procura os responsáveis pela tragédia. A Prefeitura de São Paulo aponto o dedo para o Governo Federal, que aponta o dedo para o Movimento dos sem teto. Ninguém se acha culpado, ninguém viu nada e todos tentaram ajudar os miseráveis.
 Fato 2
Na Inglaterra - Um ministro do governo britânico pediu demissão por não comparecer à Câmara do Parlamento no momento em que deveria responder uma pergunta a parlamentares. Quando chegou após poucos minutos de atraso, Michael Bates, que trabalha no Departamento para Desenvolvimento Internacional, se desculpou e abandonou o local, deixando os presentes em choque. Depois, o governo britânico disse que a renúncia tinha sido rejeitada, e Bates continua em seu cargo.
No Brasil – Dos 28 ministros do governo Michel Temer, 1 terço deles está em processo de investigação por crimes que vão de lavagem de dinheiro a corrupção. Muitos ainda estão no exercício do cargo e dizem que é tudo invenção dos adversários. Ampliando mais o leque, por aqui há uma mania desgraçada de dizer sempre que a Justiça tem lado, mas sempre o acusado é inocente. Há muitos deles que chegam a apelar para o que fez ou deixou de fazer, quando ocupavam cargos e, por isso, são perseguidos. A tônica é sempre se dizer a favor do Brasil, dos pobres e da democracia. Renunciar aos cargos ou pedir desculpas, jamais! 

Deputados viajam e nós pagamos as contas

O Cassino de Estoril, em Portugal, destino de alguns deputados brasileiros (foto: Istoé)
Com uma reportagem intitulada “Voando com o dinheiro público”, assinada pelo jornalista Ary Filgueiras, a revista ISTOÉ traz uma reportagem sobre os 184 deputados federais que viajaram pelo mundo, frequentaram shows, cassinos e demais barangandãs, tudo financiado com os recursos dos nossos altos e mal aplicados impostos. A reportagem diz que enquanto uma enxurrada de projetos está à espera de aprovação em comissões e no plenário, os deputados preferem dar suas escapulidas. Sob o caráter de “missões oficiais”, eles gastaram em 2017 nada menos que R$ 1,6 milhão somente em diárias para viagens ao exterior, para destinos como o Caribe, Inglaterra, Portugal, Itália, Espanha e Estados Unidos.
As tarefas árduas destes deputados incluem assistir a shows ou discutir a conservação do Atum Atlântico na cidade de Marrakesh, no Marrocos. De acordo com dados confirmados por ISTOÉ junto ao portal de Transparência da Câmara, os parlamentares fizeram, em 2017, 286 viagens ao exterior. Foram pagas 1.312 diárias a um total de 184 deputados. O destino mais visitado foi Nova York, com 100 viagens. Para Lisboa, foram 23. Para Jerusalém, 17. Roma e Cidade do Panamá, 16. Oito deles, entre os dias 5 e 20 de janeiro, em pleno recesso parlamentar e preocupados com os problemas que a legalização dos jogos de azar, foram ao exterior para tratar do funcionamento de cassinos e jogos de azar, que são proibidos no Brasil. Na China, entre idas a Xangai, Macau e Hong Kong, consumiram 40 diárias, totalizando R$ 63 mil. Foram ter uma aula sobre exploração de jogos de fortuna e azar naquele país. Para lá rumaram Herculano Passos (MDB-SP), Damião Feliciano (PDT-PB), Weliton Prado (PROS-MG), Hildo Rocha (MDB-MA), Lelo Coimbra (MDB-ES), Evandro Roman (PSB-PR), Jaime Martins (PROS-MG) e, representado a nossa Bahia, José Rocha (PR-BA).
Em novembro, a discussão sobre a legalização dos jogos fez com que os deputados Paulo Azi (DEM-BA), Efraim Filho (DEM-PB) e José Carlos Aleluia (DEM-BA) viajassem a Londres e Lisboa. Na Inglaterra, participaram da World Trade Market (WTM), a mais importante feira do setor do turismo no mundo. Já em Lisboa, estiveram reunidos com representantes do Grupo Estoril Sol e emprestaram a expertise deles sobre regulamentação de jogos, visitando cassinos na capital de Portugal. Em 2017, 184 deputados visitaram 80 cidades pelo mundo afora. Os gastos consumiram R$ 1,585 milhão dos cofres públicos. Agora, é salutar imaginar a preocupação com a fé de alguns deles. Foi o caso do Fernando Coutinho (Pros-PE), Ele assistiu ao show dos padres Marcelo Rossi e Fábio de Melo no Circo Massimo, a fantástica ruína romana onde eram realizadas no passado corridas de bigas. Enquanto ele vivia sua fé e gastava nosso dinheiro, o Congresso Nacional discutia a Reforma da Previdência.