Este blog está censurado!

A Meritíssima Juíza de Direito da Vara Cível da Comarca de Cícero Dantas, Dra. Denise Vasconcelos Santos, desde o dia 17.10.2011, ordenou a retirada de postagens que "denigram" o prefeito de Heliópolis Walter Rosário, bem como efetuar novas inserções negativas ao nome do alcaide.

Novidade

sexta-feira, 27 de maio de 2016

A educação do Frota

No momento em que vivemos
Onde o certo pouco importa
Há o projeto de educação
Do ator Alexandre Frota

Acredite quem quiser
O pornô nada sensato
Colocou a sua coisa
Na hora e no local exato.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Novos cangaceiros ameaçam policiais e moradores na Bahia, Pernambuco e Piauí

                                              Aliny Gama, do UOL.
Denilton Araquan foi morto pela polícia no
último dia 12 de maio no Piau
í

(Foto: blog O povo com a notícia)
No sertão nordestino, um grupo de assaltantes de bancos, que se autodenomina "Novo Cangaço", tem atuado de forma violenta, explodindo caixas eletrônicos, fazendo moradores reféns e ameaçando matar policiais locais.
Eles contam com explosivos, carros blindados e armamento pesado para suas ações. Mesmo procurados, eles ameaçam de morte policiais em recados enviados pelas redes sociais.
"Como a bala entra em nós, entra neles também. A juventude do "Novo Cangaço" vai voltar e vai cobrar. Nós vamos roubar esse banco e vamos fazer latrocínio. Agora, "o polícia' que estiver de plantão vai pagar por essa covardia [morte de integrante]", diz um dos integrantes da quadrilha.
"Vamos matar qualquer PM na rua, não importa se trabalha no Corpo de Bombeiros. Nós não somos covardes como vocês, vamos mostrar como se briga, como é o verdadeiro cangaço", continuou o foragido. Veja a íntegra da gravação.
Reféns em Curimatá
No dia 5 de maio, a quadrilha invadiu a pacata cidade de Curimatá, região sul do Piauí, provocando pânico na população. Usando duas caminhonetes, com as carrocerias cheias de material que seria usado na explosão da agência do Banco do Brasil, os criminosos fizeram os reféns as pessoas que estavam em bares, transformando-as em escudo para se proteger da polícia.
"Eles colocaram os reféns em fila na frente da agência. Depois da ação, os reféns foram espalhados pelos carros, para dificultar a ação da polícia", contou comandante do policiamento do interior do Piauí, coronel Paulo de Tarso.
A quadrilha, composta por 14 pessoas, conseguiu, então, explodir os caixas eletrônicos, mas, na saída da cidade foi interceptada pela Polícia Militar.
Seis pessoas foram presas, cinco morreram – entre os mortos estava o líder do grupo Denilson Araquan – e três conseguiram fugir a pé.  Foram apreendidos três fuzis, uma submetralhadora, uma pistola e dezenas de munições, além de material explosivo, rádios comunicadores e certa quantidade de dinheiro.
Os fugitivos se esconderam na zona rural do município Morro Cabeça do Tempo (PI) e Avelino Lopes (PI), na divisa com a Bahia. As polícias do Piauí, Pernambuco e Bahia estão na caça ao restante do grupo.
Durante a fuga, que já dura 20 dias, moradores relataram que eles chegam às casas dos sítios exigindo comida e água, fazem ameaças para ninguém informar à polícia onde estão e seguem a pé em direção à Bahia. A polícia não informou os nomes dos foragidos. Mas pelo menos um deles, Cícero Henrique, foi identificado pela própria mãe que pede que os policiais o prendam.
Edvan José dos Santos, vulgo "VANVAN ARAQUAN", 
Anaxandro Pereria Matias , vulgo "NEGUINHO DO IBÓ", 
também fora mortos pela polícia dia 10 de maio, 
(Foto: blog O povo com a notícia)
"Me ajude e traga meu filho preso porque eu não vou querer advogado para tirar ele não. Eu quero que ele cumpra a sentença pelo que ele fez, eu vou ajudar ele na prisão, ele vai pagar pelo que ele errou. Mas sou uma mãe aflita e peço, eu só tenho um filho que Deus me deu ele", pede a mulher. Ouça o vídeo que ela divulgou nas redes sociais.
Violentos, irredutíveis e ramificados
"A característica desse grupo criminoso é que os integrantes não se entregam, mesmo encurralados, eles resistem e preferem morrer a serem presos. Eles são extremamente violentos. Porém, a polícia está preparada para contê-los. Não nos intimidamos com os recados que eles estão enviando pelo WhatsApp", afirmou o coronel Carlos Augusto Gomes de Souza, comandante da Polícia Militar do Piauí.
A quadrilha estaria fazendo uma espécie de revezamento nas cidades onde encontram menos dificuldade para praticar os crimes. São municípios com uma ou duas agências bancárias, que não possuem efetivo policial suficiente e onde a delegacia não funciona 24h.
"Observamos que nas cidades onde eles conseguem roubar dinheiro mais fácil, eles sempre voltam a atuar", disse o delegado José Rivelino Moraes, da Dinter (Diretoria Integrada do Interior) de Pernambuco.
A quadrilha é originária do sertão de Pernambuco, da região do "polígono da maconha", e atua em cidades que estão na divisa do Estado com a Bahia, o Ceará e o Piauí.
São cerca de 40 integrantes, todos de uma mesma família: os Araquan. Nas décadas de 1980 e 1990, disputas deles com outras famílias sertanejas como os Benvindo, Cláudio, Gonçalves, Nogueira e Russo resultaram em dezenas de assassinatos em cidades como Floresta, Belém do São Francisco e Cabrobó, todas no interior de Pernambuco.
Segundo a Polícia Civil de Pernambuco, o "Novo Cangaço" é subdividido por setores de atuação. Uma parte é especializada em arrombamentos a bancos e outra em assaltos a agências bancárias e Correios, além disso, atuam no tráfico de drogas e armamentos. "Cada setor tem um chefe. Nunca vão todos para a mesma ação criminosa, pois caso aconteça de serem presos ou morrerem, o restante do grupo continua a atuar", disse o delegado.
Os integrantes teriam também ligações com milícias no Paraguai e na Bolívia, onde conseguiriam as armas e treinamentos para manuseá-las.
Medo em Curimatá
Após o arrombamento ao banco em Curimatá, moradores tem evitando ficar até tarde nas ruas. Bares, lanchonetes e restaurantes também têm fechado cedo suas portas. Dono de um bar no centro da cidade, que pediu para não ser identificado, conta que quando os bandidos chegaram à cidade atiraram para o alto e desceram dos carros pegando quem estava sentado nas mesas do estabelecimento dele.
"Foi um terror porque ninguém sabia o que eles poderiam fazer com as pessoas, pegaram homens e também mulheres. Depois disso, o movimento do bar diminuiu e as pessoas não demoram muito aqui como antes. Eu até prefiro fechar cedo para não correr risco, pois os ladrões disseram que iam voltar", disse o comerciante. 
Uma moradora da rua Barão do Paraim, no centro, onde fica a agência bancária, contou que estava no terraço da casa quando os carros da quadrilha passaram em alta velocidade. "Como aqui no interior quase não tem movimento, a gente observa logo quando algo diferente está acontecendo. Estávamos no terraço e corremos para dentro de casa com medo de tiros", disse Maria dos Anjos Moreira, 53.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Chega de picuinha

        Foi a vereadora Ana Dalva quem pediu aos seus colegas que parassem com discussões de ordem pessoal. A Câmara Municipal de Heliópolis foi criada para debater assuntos de interesse do povo. Essa coisa de ficar incitando no outro que morre de dor de cotovelo, sente inveja e outras desgraças mais só podem servir àqueles que não tem compromisso com a população. Na sessão da segunda-feira (23) perderam-se minutos preciosos com questões passadas. De concreto mesmo só houve a rejeição da ata da sessão anterior, que não verdade não foi uma sessão, e a rejeição de mais um requerimento para convocação do representante da Aliança Tour para debater o transporte escolar. O requerimento foi do vereador Doriedson e motivado por uma afirmação errônea do ex-secretário de educação, professor José Quelton. Como já havia um requerimento aprovado na casa com o mesmo teor, os vereadores governistas acharam desnecessário. Na verdade não passava de uma provocação. E a queixa de Ana Dalva procede. É preciso centrar nossas forças nas ideias que melhorem a vida do povo. “Temos que parar com essas ofensas pessoais e com as picuinhas”, disse. Perde-se muito tempo com coisas inúteis na câmara de vereadores de Heliópolis.

Não dá para engolir

          Tem gente que faz o diabo para vencer as eleições. Ao invés de procurar o caminho do convencimento pelo trabalho e pela apresentação de propostas inovadoras, fica a tentar empurrar na garganta das pessoas propostas inescrupulosas. Na sessão da última segunda-feira (23), na Câmara Municipal de Heliópolis, a oposição mostrou sua estratégia: tentar colocar Ana Dalva contra Ronaldo Santana. Começou com Mendonça, lá atrás, elogiando a atuação da vereadora. Não é mentira ser Ana Dalva hoje pessoa preparada e com uma trajetória coerente na sua atuação política. Entretanto, quem conhece a política de Heliópolis sabe que um vereador do PCdoB não elogia alguém de graça. Quer o apoio. Esta semana, quem entrou no jogo foi Giomar Evangelista. Fez elogios públicos à vereadora para contrapor à atuação do vereador Ronaldo Santana. Isso mesmo! É o mesmo Giomar que até agora ainda não pagou mais de um ano de salários atrasados à vereadora da Rede Sustentabilidade. Soou como falso. E bota falso nisso. Também é bom deixar claro que não é fácil a convivência política com o vereador Ronaldo, mas daí a imaginar que Ana Dalva romperia com o grupo para apoiar a oposição é um exagero. Agora, se os opositores estão desesperados e procuram um candidato a prefeito ou prefeita, aí é outra coisa. Fora disso, não dá para engolir. 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Que tal pensar no futuro?

A sessão da última segunda-feira, na Câmara Municipal de Heliópolis, foi um verdadeiro terror para quem quer pensar no futuro do município. Começou logo com um erro do vereador Giomar Evangelista, que não iniciou a sessão, dando palavra ao público, como seria normal. Em seguida, seria lida a ata da sessão anterior e iniciado o pequeno expediente. Daí em diante, tudo poderia acontecer, inclusive o debate em torno das questões municipais, porque convidados estavam o ex-secretário municipal de educação, professor José Quelton, o atual secretário da pasta, professor Dênis, e o consultor administrativo Uclériston Menezes. Estavam presentes todos os vereadores, exceto Zé do Sertão, de licença médica. Outras autoridades marcaram presença: o secretário de administração e finanças, Beto Fonseca, e o secretário de ação social, Renan Vieira. Na verdade, o que seria uma sessão ordinária virou uma audiência pública. 
Qual, então, a utilidade de um debate? Melhorar comportamentos e ações para projetar um futuro melhor. A sessão da Câmara foi uma verdadeira lavanderia de roupas sujas. Só debatem o passado, e tudo sem objetividade. O lema é mostrar que o erro do outro é maior ou “não aponte os meus erros com seu dedo sujo”. Pensar no futuro de Heliópolis? Bem, aí a coisa é mais embaixo. Isso não dá voto. Quanto mais picuinha, melhor!

A inveja e o desespero

Na sessão que não foi sessão houve de tudo. Desde o início, o vereador Ronaldo Santana, Líder do Governo, estava impaciente com as derrapagens do presidente. Não demorou muito para sair um bate boca entre os dois. A pérola da noite foi ter Giomar Evangelista dito que Ronaldo estava com inveja por ele presidir a câmara. Logo Ronaldo rebatei e disse que foi o próprio Giomar que esteve em sua casa e disse que o vereador governista deveria ser mesmo o presidente. Giomar então mandou cortar o som e o Líder abandonou a sessão, depois de bater forte na mesa com o microfone. Valdelício e José Clóvis acompanharam a saída de Ronaldo. Ana Dalva não acompanhou. Para ela, Giomar queria exatamente aquilo. Ele provocou e Ronaldo entrou em desespero. Pior, tomou uma atitude sem conversar com os liderados. Agiu por impulso. Quando usou a palavra, Ana Dalva chamou a atenção do presidente pelo seu comportamento. Giomar não vai mudar. Jamais terá um comportamento digno de presidente do legislativo.

Inadimplência legislativa

O vereador José Mendonça, pré-candidato a prefeito pelo PCdoB, bateu firme na questão da inadimplência do município de Heliópolis por alguns meses. A explicação veio de Uclériston Menezes. Um dos problemas foi a falta de pagamento do INSS da própria Câmara Municipal e envolveu algo em torno de 10 mil reais. Giomar se justificou dizendo que foi um erro de um funcionário. Ele nunca erra. Mas os questionamentos em torno do INSS continuaram e foi constatado que todos os prefeitos anteriores deixaram dívidas com o órgão federal. Uclériston deixou claro o esforço feito pelo prefeito Ildinho para sanar parte da dívida. Disse ainda que serão precisos vários anos para deixar o município quitado com o INSS.

O gargalo do transporte escolar

A maior dor de cabeça do prefeito Ildinho não ficou de fora do debate. A oposição, gato escaldado, escolheu o vereador Doriedson Oliveira para encurralar o ex-secretário de educação, professor José Quelton, e Mendonça funcionava como o acusador mor dos problemas gerados pelo transporte escolar. Bombardearam o professor dizendo que sua administração foi cheia de erros e defeitos. Quelton não se exasperou e saiu pela tangente. Não fez como Uclériston, colocando os vereadores na parede. Não é segredo para ninguém os problemas enfrentados na questão do transporte escolar, mas é justo dizer que os problemas estão quase zerados. Espera-se que os erros sirvam de base para não começar o próximo ano, seja quem for o prefeito, com os problemas vividos todos os anos. Lamentável é saber que só houve lavagem de roupa suja. Ninguém apresentou uma solução para os problemas. Só o novo secretário de educação apresentou esperança no futuro. Ele não quer saber dos vícios de outrora e mostrou-se desejoso em sanar os problemas da educação. Ninguém questionou. Ele só está começando. Ainda não é telhado de vidro.

Onde há fumaça...

Um vídeo no Facebook de Gama Neves, protagonizado pelo prefeito de Salvador ACM Neto, tem duas utilidades: indicar que Gama é candidatíssimo a prefeito de Heliópolis e que Neto vai encarar a candidatura contra Rui Costa em 2018. A não presença de Zé do Sertão na sessão da última segunda-feira na Câmara Municipal de Heliópolis e os constantes boatos de que ele afirma em todo o lugar que chega que é candidato a prefeito pode gerar duas faces opostas de uma mesma moeda: ou indicará a volta triunfante de José Emídio à política ou o afundará de vez. A questão é: eles teriam coragem de manter suas candidaturas caso fossem confirmadas as de Ildinho e de Mendonça? Formariam os dois uma chapa independente? Não se vê nenhuma fumaça!