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terça-feira, 17 de julho de 2012

MP e TJ encerram mediações para resolver impasse da greve dos professores. Rui chama reunião no MP de “circo”


O Ministério Público do Estado (MP-BA) e o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), acionados pelo governo baiano e pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) para mediar as negociações pelo fim da greve dos professores, decidiram encerrar suas investidas para resolver o impasse. Em nota, as instituições alegam que “realizaram numerosas atividades mediadoras, nos últimos dias, voltadas à obtenção de um consenso para o término da greve”, mas não tiveram sucesso no papel de intermediação. “Persistindo o impasse, em razão da não obtenção de um acordo em tempo hábil e aproximando-se uma situação de dano irreversível ao calendário escolar, após empreendidos todos os esforços e ante a ausência de condições objetivas de resolução no âmbito da mediação, não resta outra alternativa às referidas instituições-mediadoras senão considerar, nas atuais circunstâncias, concluídas as negociações”, diz o comunicado. A decisão, no entanto, não tem implicações quanto à “obediência aos demais desdobramentos legais”, ainda de acordo com a nota. A paralisação dos docentes da rede estadual de ensino já dura quase 100 dias. Na última quinta-feira (12), o presidente da APLB, Rui Oliveira, classificou a reunião na sede do MP como "circo".