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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Wagner finge que não ouve o funcionalismo público e haverá paralisação

Jaques Wagner não está dando atenção ao servidor

O governador Jaques Wagner parece que está fingindo que não ouve os gritos reivindicatórios do funcionalismo público. Mesmo com os apelos da oposição e até de aliados, até esta data não enviou o projeto de lei com a proposta de aumento dos servidores estaduais. Para fazer com o governador perceba o desprezo que nutre pelos seus colaboradores, os trabalhadores do serviço público estadual anunciam que irão parar durante 24h nesta quinta-feira (25), para exigir mais celeridade ao governo do Estado no reajuste linear do funcionalismo. A categoria planeja um protesto em frente à Governadoria no Centro Administrativo da Bahia (CAB), às 9h de quinta (25). A data-base dos servidores é o dia 1º de janeiro, mas o projeto de lei que altera os salários ainda não tem previsão para ser enviado à Assembleia Legislativa da Bahia. Os servidores também reivindicam que o aumento seja retroativo. A decisão pela paralisação foi tomada na sexta-feira (19), em plenária conjunta da Federação dos Trabalhadores Públicos da Bahia (FETRAB), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e Associação dos Funcionários Públicos (AFPEB). Aderem ao movimento os fazendários, professores (que já estão em paralisação nacional), agentes penitenciários, agentes de defesa agropecuária da Adab, motoristas, trabalhadores do Derba e do Poder Judiciário. No mesmo dia, os trabalhadores em Saúde realizam assembleia da categoria. Como se pode ver, a máxima de que “uma coisa é a prática outra é a gramática” está bem representada na administração do Partido dos Trabalhadores.
Falta planejamento e competência
Se fosse este blogueiro que tivesse afirmado isso, logo apareceriam os doídos para dizer que era radicalismo de minha parte. Felizmente, a afirmação é da ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Ela afirmou, nesta quarta-feira (24), que os novos prefeitos vão precisar aprimorar a gestão e investir em boas propostas para realizar mais projetos durante o mandato. "O macro desafio que parece estruturante e desdobra os outros é a melhoria de gestão. Para dar conta das expectativas é necessário apostar na visão global e identificar principais problemas e questões que precisam ser resolvidas nos próximos quatro anos. Exercício concreto e objetivo não é gastar meses", afirmou, na abertura dos debates do 2º Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, em Brasília. Para ela, os gestores precisam repensar o enfoque das políticas e adotar experiências que já funcionam em outro lugar. “Não vamos inventar a roda em só quatro anos. Dessa forma, se ganha tempo de reflexão e faz novos ganhos, com novas abordagens", aconselhou. Na avaliação da ministra, também há a necessidade de constituir um sistema de monitoramento de ações capaz de identificar gargalos e atuar com antecipação para ajudar na área responsável. "[É preciso] escolher onde vale a pena interferir para que as ações se realizem com mais facilidade", ressaltou a titular do Planejamento. Traduzindo o que a ministra falou, é hora de parar de pensar a administração como uma forma de se dar bem na vida. Os mecanismos hoje estão preparados para o país do futuro. Ou os prefeitos começam a trabalhar para resolver os problemas crônicos como educação, saúde e serviços públicos ou tudo vai para o buraco com Dilma, PT e tudo.  
Medo de Marina e de Eduardo
Marina Silva - da #Rede

Eduardo Campos - do PSB
Enquanto Miriam Belchior dá conselhos republicanos aos prefeitos imperfeitos, a nossa presidente joga pesado no congresso para se livrar de Marina Silva, da Rede, e de Eduardo Campos, do PSB. Dilma sabe que o PSDB é fácil derrotar porque tem um histórico de fracasso, mas não poderá a presidenta preparar um discurso convincente para tirar Marina e Eduardo Campos da disputa. Segundo o jornalista Samuel Celestino, temerosa de que novos partidos, como o de Marina Silva e o Movimento Democrático, MD, possam criar dificuldades para a sua reeleição, a presidente Dilma Rousseff usou a força da sua base de apoio, especialmente o PT e o PMDB, para impedir que novos partidos tenham as mesmas vantagens dos atuais em relação à verba partidária e o horário gratuito na rádio e televisão. Como reação, o senador Rodrigo Rollemberg, do PSB de Eduardo Campos, entrou ontem no Supremo Tribunal Federal com um mandado de segurança pedindo a suspensão do trâmite do projeto de lei no Congresso. O relator é o ministro Gilmar Mendes que já está analisando outros processos sobre o mesmo tema. Ao mesmo tempo, a presidenta declarou que está pensando é na inflação, na economia e nos problemas do país e não em sucessão ou política. Curioso. Dilma passou, depois de lançada por Lula à reeleição, a percorrer o país e falar em espaços que se assemelham – e são – comícios antecipados.
MD poderá ter quatro deputados na Bahia
Bruno Reis está de malas prontas para o MD
O deputado estadual Bruno Reis confirmou na manhã desta quarta-feira (24) sua ida para o MD (Mobilização Democrática), novo partido formado pela fusão entre PPS e PMN, além de informar a presença de outros deputados estaduais na sigla recém-formada: Elmar Nascimento e Sandro Régis (ambos do PR), além de Targino Machado (PSC). Outro que está de malas prontas para a legenda, de acordo com Reis, é o secretário municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza, Maurício Trindade, outro insatisfeito com o PR. É preciso ficar claro que cooptar a legenda não significa conquistar o agente público. O PT não aprendeu a lição e vai sangrar muito!
Minha fraude, minha vida!
A presidenta admitiu fraude no Minha casa minha vida
A presidente Dilma Rousseff admitiu nesta terça-feira (21) que é possível haver problemas no Minha Casa Minha Vida e que o governo tem a obrigação de investigar possíveis fraudes no programa. Questionada pela sobre as denúncias de que a empresa RCA engenharia comandava um esquema de empresa de fachada destinada a repassar recursos para municípios de até 50 mil habitantes, Dilma ressaltou o tamanho do Minha Casa Minha Vida como uma possível razão das irregularidades. "Fraude em um programa desse tamanho também pode ocorrer. A obrigação do governo é combatê-las. O nosso país tem ótimas tradições, mas tem tradições que não são muito boas, herdadas da escravidão, e que acham que o povo brasileiro, de baixa renda, merece qualquer coisa. Eu não fui eleita para dar casas de qualquer jeito para a população brasileira", declarou. Um dos grandes problemas de fraude já chegou a Heliópolis. O município tem que aprovar a isenção de ISSQN e Alvará de Construção se quiser receber mais rápido os recursos. A empresa que construirá as casas já sabe que terá um lucro maior e o município deixará de arrecadar as taxas. É daí que saem os recursos para o ralo da corrupção. Os prefeitos que não tem uma administração planejada optam pelo mais simples: aceitam as condições, pedem aos vereadores para aprovarem a lei como eles querem e o Brasil segue seu destino de torrar dinheiro público no terreno da corrupção. O problema não é o tamanho do programa, mas o tamanho da impunidade. 
Com informações do Bahia Notícias, da Agência Brasil e do A TARDE.