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sábado, 4 de junho de 2011

Governo Federal libera ambulância odontológica para Heliópolis

Com capacidade para atender, em média, 350 pessoas por mês, cada unidade odontológica móvel do Projeto Brasil Sorridente do Governo Federal é composta por cadeira odontológica, kit de pontas – conhecido popularmente como ‘motorzinho’ -, cadeira, refletor, raio-X odontológico, entre outros equipamentos. Receberam as unidades os municípios Antas, Araci, Barro Alto, Brotas de Macaúbas, Cansanção, Gandu, Heliópolis, Ibititá, João Dourado e Queimadas.
Estamos distribuindo hoje o Brasil Sorridente Móvel, levando saúde bucal e tratamento dentário, por meio de equipamentos móveis, para as regiões rurais, exatamente onde as pessoas mais pobres estão e não têm acesso ao tratamento odontológico”, disse o ministro Alexandre Padilha.
Segundo o governador Governado Jaques Wagner, que estará em Heliópolis dia 9 de Junho, esta é mais uma conquista junto ao governo federal. “A nossa parceria com o Ministério da Saúde é muito grande, e agora são mais dez municípios beneficiados. A recriação da Bahiafarma e as ambulâncias são duas ações, voltadas para a saúde pública e ao SUS, anunciadas no dia seguinte ao lançamento do Brasil sem Miséria, e isso também significa saúde”. 
De acordo com o Ministério da Saúde, o objetivo é oferecer e ampliar o acesso ao tratamento dentário de populações localizadas em áreas rurais isoladas e com grande extensão geográfica, chamados de Territórios da Cidadania - locais com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e menor dinamismo econômico.
Em todo o país foram 51 municípios beneficiados, sendo 10 da Bahia. Eles receberão cerca de R$ 4,7 mil por mês para manutenção e despesas com cada unidade, além de uma parcela única de R$ 3,5 mil para compra de materiais, como pinças, espelhos e curetas/espátulas. O valor anual do Ministério da Saúde, para custeio das unidades móveis, totaliza R$ 2,8 milhões. Portanto, cada prefeito terá que contratar os profissionais para que o equipamento tenha finalidade. Aí reside o problema. Os 4 mil e 700 não serão suficientes para o funcionamento a contento da unidade. A prefeitura terá que colocar dinheiro. Pelo histórico do prefeito Walter Rosário é de se duvidar.
       Fontes: Odonto1.com, Agecom e Joilson Costa.