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segunda-feira, 17 de junho de 2019

Poucas & Boas 2019.7


Ildinho sanciona Lei da carteira estudantil
Estudantes recebem dos vereadores Lei sancionado pelo prefeito (foto: Jorge Souza)
O prefeito Ildefonso Andrade Fonseca sancionou a Lei da Carteira Estudantil, publicada no Diário Oficial do Município, edição 887, datada de 13 de junho. O número da Lei é 450/2019. Não houve vetos. Nesta segunda-feira (17), na última sessão do semestre, a vereadora Ana Dalva – autora do Projeto, o estudante Fabiano Gama – idealizador, e todos os demais vereadores entregaram a Lei sancionada ao atual presidente do Grêmio Estudantil Novas Tendências – o Gente – do Colégio Estadual José Dantas de Souza, Uéliton Bispo. A partir desta data, as carteirinhas já poderão ser confeccionadas e distribuídas.
Mais um candidato
Quem agora está divulgando o seu nome para pré-candidato a prefeito é o professor Quelton Almeida. Num textão divulgado nas redes sociais, o ex-secretário de educação se coloca como alternativa para ser o candidato do grupo de Ildinho. Ele é filiado ao PDT. Se Tiago Andrade for mesmo para o partido, quem tem dois tem um, quem tem um não tem nada!
Daniel Almeida rifado
No artigo que fiz sobre a adesão da oposição de Heliópolis a Ricardo Maia, disse que Fátima Nunes e Nelson Leal tinham sido rifados, mas não é bem assim. Ricardo Maia sairá para deputado federal, onde o espaço está bem menos engarrafado em candidaturas. Com o fim das coligações, os partidos devem apresentar candidaturas significativas. O senador Otto Alencar sabe o que faz. Quem está rifado, na verdade, é Daniel Almeida. A cláusula de barreira foi uma facada no PCdoB, só elegendo 8 parlamentares. Perdendo municípios assim, os comunistas vão encolher ainda mais e a oposição em Heliópolis perderá mais um aliado.
Pesquisas e Pesquisas
Há uma confusão terrível com algumas pesquisas que rolaram na cidade. Uns dizem que foi um ex-prefeito quem mandou fazer. Como o resultado não foi aquilo que ele esperava, jogou-a na lata do lixo. Outros dizem que foi o deputado Nelson Leal para ver onde estava se metendo. Por fim, recaiu sobre Ricardo Maia a autoria. Nesse caso, para ele, foi positivo. Já sabe com quantos paus fará sua canoa... e torcer para ela não virar.
Deu a louca no povo
Estamos vivendo a fase mais pobre da vida civil nacional. Ninguém pode mais acessar as redes sociais para não ver mentira de todos os lados. Estão mentindo descaradamente e outros curtem e compartilham por ignorância ou só para ver o circo pegar fogo. Está insuportável, principalmente no Facebook. Ninguém lê mias nada. Basta ver uma manchete e passa a baixar impropérios de toda espécie. Além da falta de educação, falta tudo: honra, caráter, amor próprio, sensibilidade. Cada um defendendo o seu bandido ou maluco preferido. Eu nunca vi em minha vida um membro do STF, Juiz ou Ministro ser chamado de bandido ou vagabundo e tudo parecer como se fosse a coisa mais natural. Doideira!
Candidatos já pedem votos
Acreditem, já há pessoas na rua pedindo votos para as eleições de outubro do ano que vem. Esta loucura antecipada está mexendo também com os cabos eleitorais. Estes ainda não descobriram que as mudanças chegaram. Um político se queixou que foi procurado por um apoiador cobrando 2 mil reais para começar a campanha. Alguém precisa dizer que as campanhas milionárias acabaram. Quem continuar com as velhas práticas corre risco de gastar muito e não se eleger, mesmo que tenha tido os votos.
Mudanças estão chegando
É verdade que tudo por aqui demora um pouco para se modernizar, mas as coisas estão começando a aparecer. Prova é aquela velha história de que o poder pode tudo já não está tão presente assim. Um político, ex-prefeito em nossa região, já está com tudo pronto para ser algemado e passar um bom tempo na cadeia. Outro fato é um vereador que teve um processo aberto contra si, foi condenado, procurou seus protetores, recorreu e não adiantou. Vai ter que devolver 8 mil aos cofres públicos. Não adianta tentar procurar culpados por suas desgraças. É preciso mudar comportamentos. Dinheiro público tem que ser tratado como manda a lei.
Simples assim!
Tão simples também é a discussão sobre os frutos obtidos pela oposição com as constantes reuniões com filiações do vice-prefeito, apoio de Nelson Leal, Ricardo Maia e cia. Valeram a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena, mas a oposição tem um cabo eleitoral fortíssimo. O nome dele é Beto Fonseca. Como o grupo desapareceu, como não há reuniões e as decisões são tomadas por ele, por ele e mais ele, fica a coisa mais ou menos dependendo do sua expertise política. Se acertar, vira o chefão, o grande líder. Se errar, todo o grupo pagará com a derrota. Simplíssimo!