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terça-feira, 18 de março de 2014

Quem vai apoiar quem em 2014?

Estamos no mês de março e as definições políticas para as eleições deste ano ainda não estão fechadas em Heliópolis. Até onde se sabe, o PCdoB deve votar no candidato do governo, Rui Costa, e no candidato para o senado, Otto Alencar. A chapa está incompleta. Falta o vice. Tudo indica que Marcelo Nilo foi rifado. Deve ganhar o João Leão. Há muita gente apostando que o rapaz de Antas não vai deixar barato para Wagner, mas há que aposte que Marcelo Nilo não vai fazer nada e marchará com o governo, jogando sua história de luta na lata dos injustiçados. Logo ele que, por 16 longos anos, foi nome decisivo na construção dos alicerces onde foram erguidas as vitórias de Jaques Wagner e do PT. Mas não pensem que o PCdoB de Heliópolis está fechadinho. Há pelo menos duas exceções: um vereador que não votará em Daniel Almeida nem que a vaca tussa e outro que, por gratidão, não poderá votar em Álvaro Gomes.
Do lado do governo, Ildinho deve cravar voto em Vando, para estadual, e José Nunes, para federal. Dentro do grupo do prefeito há várias divisões: O vice-prefeito Gama Neves deve seguir o seu partido, o DEM, ainda não se sabe o seu estadual, mas é José Carlos Aleluia o federal, se não fizer parte da chapa majoritária. É o próprio Gama Neves, veja vídeos nesta postagem, quem afirma estar em paz com Ildinho, mas cada um deve seguir rumos diferentes. O vice vai de Paulo Souto ou Geddel, ficando um deles para o senado. Já o prefeito deve emplacar o candidato do governo, Rui Costa, ajudando, e sendo ajudado, pelos vereadores da oposição. Ana Dalva, que já não tem seu nome entre os possíveis vices, porque foi alijada da executiva do PPS, vai votar em Lídice da Mata e Eliana Calmon. Ainda não há o vice da chapa. Lídice está esperando Marcelo Nilo, se é que o deputado tem essa coragem toda de romper com o governo. O estadual de Ana Dalva deve ser Josué Telles, se ele ainda mantiver o projeto. O federal ainda é uma incógnita. Pode ser até ela mesma.
A grande questão é: como ficarão os vereadores Zeic Andrade, Ronaldo Santana, José Clóvis, Valdelício Gama e Raimundo Sabiá? Por este último já se pode dizer que votará com o prefeito. É possível que Valdelício faça um sanduiche misto entre um candidato do prefeito e outro do vice. Agora, Zeic é do PTN e Ronaldo é do DEM. Vão ficar com seus partidos ou seguirão o prefeito? E José Clóvis? Só o tempo dirá. Fato é que o governo está com os votos fragmentados e não há alinhamento forçado. Afinal, quem decide mesmo a peleja é o povo. Para aumentar a divisão, o PT, com Zé Guerra, Antônio Jackson, Renilson podem não seguir o mesmo rumo. São facções diferentes. Uma coisa é certa: não votarão em Fátima Nunes. Há também uma dúvida da estrada que percorrerá o ex-prefeito Aroaldo Barbosa. Seria Mário Negromonte Júnior? E ainda na linha dos ex, Zé do Sertão deve ir de Marcelo Nilo e o Waltinho do Seu Detinho sairá com a foice e o martelo de Álvaro Gomes e Daniel Almeida, se é que ainda faz política. E por falar nisso, o ex-prefeito Genival Nunes ainda vive no mundo político?
Por pouco
Foi por um triz que não aconteceu a primeira derrota do prefeito Ildinho na Câmara Municipal. E tudo por causa de um simples projeto de reajuste de diárias. Dois pontos fizeram a oposição emperrar: o baixo valor das diárias para funcionários comuns e um artigo que dá ao prefeito, após um ano, o direito de estabelecer os valores das diárias por decreto. Ana Dalva já havia retirado o projeto de pauta para que o executivo desse uma melhorada, o que não aconteceu. Só que as Comissões votaram pela admissão e não encontraram senões. Ana Dalva imaginou ser uma aprovação fácil. Não foi. José Clóvis faltou e Claudivan foi pela abstenção. Resultado: 3 a 3. Para não votar a favor ou contra algo que poderia ser melhorado e, diante da incoerência dos vereadores da oposição, favoráveis nas Comissões, mas contrário em Plenário, a presidenta resolveu tirar a proposição de novo de pauta. “Até para ver se melhora um pouco o diálogo entre o Poder Executivo e esta casa. Estava até bom, mas voltou a piorar.”, revelou Ana Dalva.