Exclusivo!

2º dia da 1ª Fecultarte teve dança, vídeo e teatro

A 2ª noite da 1ª Fecultarte foi dominada pela dança e pelo teatro (foto: Landisvalth Lima) O Colégio Estadual José Dantas de Souza – C...

Novidade

domingo, 9 de julho de 2017

São Pedro de Heliópolis: o forró perde espaço

Daniel Vieira cantou pela primeira vez em Heliópolis. Agradou, mas ficou devendo forró!
(foto: Landisvalth Lima)
A segunda noite do São Pedro de Heliópolis 2017 foi um grande teste para a nova casa da festa de maior tradição do município. Em sua 30ª edição, é a primeira vez que a festa não é realizada no calçadão da Régis Pacheco. Como o dia de sábado é o mais participativo, o número de foliões é significativo. Caberia tanta gente? Claro que sim! E com sobra! E olhe que não chegou a ficar aquela sensação de não ter como avançar. Afinal, são mais de 5 mil metros quadrados de área. O novo calçadão ficou completamente tomado e com grande mobilidade. Será a casa dos próximos festejos do São Pedro por vários anos.
Neste 8 de julho, as grandes atrações eram Daniel Vieira, Kinho Chefão e Samyra Show, mas ainda marcaram presença Alaelson do Acordeom, Forró Kaliente e AmorA2. Rolou de tudo. Da sofrência à quebradeira. Forró mesmo só no final da apresentação de Alelson de Acordeom, na voz de Boca de Sergipe, e isso não durou mais que uns 15 minutos. Impressiona a quantidade de músicas que são repetidas, com interpretações idênticas. Até os apelativos são iguais, desde para saber quem está solteiro, até para perguntar sobre a torcida de um determinado time de futebol. Quem queria ouvir forró, teve que se contentar com o ouvir do ralar com a bunda no chão.
Mas longe de dizer que a festa não foi um sucesso. Foi quase perfeita. Só é de se esperar que os músicos se lembrem de uma coisa chamada diversidade. Ninguém jamais imaginaria três dias de puro forró. Há outras manifestações que são bem-vindas. Aquelas que forem bem feitas e de bom gosto sobreviverão. O público gosta da multiplicidade de coisas e a festa é de Tradição. Isto inclui forró, xote, xaxado, sertanejo, pagode, axé etc. A música deve sempre representar a diversidade étnica e cultural da nossa gente e não apenas seguir uma tendência comercial e de apelo fácil.

Para ver mais fotos do 2º dia do São Pedro de Heliópolis, dê um clique AQUI.