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O encontro que virou show

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domingo, 4 de setembro de 2016

I – Poucas e boas


Renúncia
Há uma considerável quantidade de candidatos resmungando neste pleito eleitoral. Muitos falam abertamente em renúncia. A maioria alega falta de grana e uns poucos choram por prestígio que não possuem mais. Sugerimos uma campanha no Facebook para forçar a renúncia dos chorões. Quem não tem coragem de enfrentar a coisa agora, imaginem quando estiverem nos seus respectivos cargos numa crise desta? Se no caminho está assim, imagine na feira!
Cavalgada proibida
A cavalgada do nosso Ivan de Ildinho foi cancelada por ordem judicial. Os opositores do ´prefeito deram um tiro no pé. Fazem política com o fígado. Dezenas de pequenos empresários e ambulantes, que investiram pesado em bebidas, ficaram no prejuízo. Muitos políticos estão sendo encomendados aos lugares mais nobres da cidade de Dite. E não será um anjo que abrirá a porta para que os comunistas entrem. Será uma coisa chamada burrice.
Decisão justa?
Ainda não tivemos acesso ao documento que proibiu a cavalgada da fazenda Vaca Brava. O magistrado que tomou a decisão deve ter imaginado que o prefeito Ildinho seria beneficiado pelo evento porque é o seu filho que organiza. Em nome do equilíbrio, acreditamos, a decisão foi tecnicamente correta. Do ponto de vista cultural, a decisão foi injusta. A cavalgada existe desde antes de Ildinho ser prefeito.
Chame gente
Se depender da contagem de pessoas presentes em comícios e bate papos, há um lado político que disputa a eleição em Heliópolis prestes a entrar em desespero. Na calada da noite, apostas estão sendo desfeitas, líderes políticos mandam recados para facilitar a caminhada para o outro lado, sem citar outros atos desesperadores. Entretanto, ao vivo, durante o dia, e sob a luz do sol, não se vê desesperança. A expressão que mais se ouve é “Tamo ganho!”.
De 40 para 11
Com a desistência de Tiago Dória, do PSB, Milton Eduardo (PP) assumiu a ponta, ao lado de Edna Dória. A queda do 40 para 11 não foi negativa. Há um ânimo renovado no grupo político. Um candidato dizia que a coisa caminha para o equilíbrio entre as duas principais forças políticas de Poço Verde. O que resta saber é se haverá tempo suficiente para uma virada do favoritismo, hoje pendendo para o lado de Iggor Oliveira, do PSC. Também resta saber se a candidatura de Luís Américo foi beneficiada pela renúncia de Tiago.
Gama deputado
O presidente do DEM de Heliópolis está fora dos palanques este ano. Confirmou, via telefone, que votará em Mendonça, mas não estará na linha de frente nem na linha do fundo. Será apenas eleitor. Deu a entender que quem pariu Mateus que o balance. Mas se engana quem pensa que o atual vice-prefeito abandonará a política. O DEM quer lançá-lo candidato a deputado estadual em 2018. Ele não confirmou nada, mas disse que é soldado do partido.
Cisquinho
É preciso que alguém abra os olhos do professor Cisquinho, petista de nascimento e morte. Com raiva da deportação de Dilma e da derrocada do Partido dos Trabalhadores, vive a dizer cobras e lagartos da Rede Sustentabilidade e de Marina Silva. Chegou a afirmar em alto e bom som que a Rede está “vendida” em toda região. Alfinetou o candidato a vereador Marcelo Silva, que deixou o PT e foi para o partido de Marina Silva. Marcelo faz parte da coligação do prefeito Ricardo Maia. O que Cisquinho esquece é que quem mais comprou partidos foi o PT. Agora, que os escândalos foram revelados, ele quer que todos estejam sujos também. Menos, Cisquinho!