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O encontro que virou show

Sandro Becker animou o encontro dos professores na casa de Álvaro (foto: Landisvalth Lima) A ideia dos professores do Colégio do Sa...

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Estado desafia Justiça

                                                              Landisvalth Lima
O Partido dos Trabalhadores entra no seu terceiro mandato seguido na Bahia sem mudar absolutamente nada de uma estrutura conservadora dos velhos tempos do carlismo. Ao contrário, usa esta plataforma para transformar o estado em algo para poucos. Penso até que, de forma escancarada, o governo da Bahia se coloca como uma espécie de mandatário que pode tudo. Chega até a desafiar a própria Justiça. Até hoje não nomeou os coordenadores pedagógicos e continua a desafiar as ordens judiciais.
Esta semana, a Justiça mostrou que a coisa passava dos limites e o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) manteve a decisão de primeira instância que condenou o Estado da Bahia a fornecer o medicamento Zometa e Tensirolimo, a um paciente idoso com câncer de próstata, conforme foram prescritos pelo médico, sob pena de multa diária de R$ 1 mil. Em dezembro de 2014, o juiz da causa constatou que o Estado não havia cumprido a decisão, expedida em setembro do ano passado. Diante do fato, o magistrado determinou o bloqueio das contas do Estado e expedição de alvará para levantamento da quantia de R$ 3.624 para o autor da ação adquirir os medicamentos. Reparem o valor! Parece pirraça de Jaques Wagner! Saiu do governo e não deu condições para que um cidadão pudesse tentar ter esperança de continuar vivo. E isto não é caso isolado.
 Espantoso é que a Justiça teve que bloquear as contas para retirar insignificante quantia. O relator ainda considerou que a decisão foi tomada em setembro do ano passado, e que houve tempo suficiente para que o Estado adotasse as medidas administrativas necessárias para aquisição dos medicamentos. “Nada obstante, o Estado quedou-se inerte, o que, de fato, justifica a constrição judicial de suas contas para a aquisição dos medicamentos, concretizando-se, assim, o direito constitucional à saúde”, avaliou. Com base nesses fundamentos, Eserval Rocha indeferiu o pedido de suspensão da tutela antecipada e manteve a decisão de primeiro grau. Viva! Dá para nós ainda olharmos para aquela luz no fim do túnel.
Fim do Derba
Saindo das pauladas do governo anterior, vamos para o atual. O governador Rui Costa já deixa sua marca trabalhador incansável. Numa canetada só acabou com o Derba - Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia. Muitos funcionários do órgão irão perder suas funções, de acordo com a Associação Sindical dos Servidores do Derba (Asderba). Milton Ramos, presidente da Asderba, afrima que há informações ainda sobre a demissão de cerca de 150 funcionários terceirizados. "A conservação das estradas deveria ser realizada através do Derba, mas eles estão contratando outras empresas. Fizemos um acordo com o governo Wagner em 2007 para um novo plano de cargos, abrindo a possibilidade de contratação de pessoal para o Derba, mas eles não cumpriram", contou. Para Ramos, o processo de privatização do serviço é prejudicial, já que o custo para o governo é consideravelmente maior do que o valor que seria gasto com o Derba, além de facilitar processos de corrupção. "Estão extinguindo o Derba e vão entregar a conservação para as empresas para facilitar as maracutaias que estão ocorrendo no Brasil todo. Já fiz estudos de que a conservação de um trecho de uma rodovia sai três ou quatro vezes mais cara quando é realizada por uma empresa privada", avaliou.
Nova esquerda
O petista mais radical pode até dizer que a extinção de órgãos é uma forma de tornar o estado mais ágil e prestar melhores serviços. Essa é a velha lorota do “me engana que eu gosto”. Na verdade, o PT, outrora partido defensor da seleção por concurso para contratação de servidores, transformou o serviço público em galinha de ouro da terceirização. O sujeito vai ser contratado por uma merreca, tem que trabalhar, não pode reclamar, mesmo que o salário esteja em atraso. Maravilha! É uma situação análoga ao trabalho escravo. E eles são do Partido dos Trabalhadores. Caiado e Lorenzoni devem estar se posicionando como a mais nova esquerda brasileira!
Corte de Cargos I
Mas nem tudo é desgraça. Para muitos petistas a desgraça é pior. Rui Costa já cortou 867 cargos em comissão no governo do estado, segundo instrução normativa publicada na edição de sábado do Diário Oficial do Poder Executivo. A medida determinou extinções em 22 pastas, além dos gabinetes do governador e vice-governador, Casa Militar, Instituto Anísio Teixeira (IAT), Centro Industrial do Subaé (CIS) e Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic). Os mais atingidos pela redução de pessoal foram a Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), com 246 cortes, seguido por Saúde, com 191, e Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), com 104. Nos casos da SJCDH e Sedes, ambas foram fundidas em uma só, que deve recompor parte das perdas.
Corte de cargos II
 Ainda é pouco. Ainda teremos muitos vagabundos se fazer nada, só pelo fato de pertencerem a partidos que apoiaram sua excelência. Também ocorreram cortes significativos em outros dois órgãos da cúpula do Palácio de Ondina: o gabinete do governador Rui Costa (PT) e a Secretaria de Educação (SEC), que contabilizaram 63 e 55 cargos a menos, respectivamente. O IAT, que pertence à estrutura da SEC, perdeu outros 32.  A lista inclui ainda 38 na Sudic e 22 na pasta de Integração Regional, órgãos extintos por Rui na reforma administrativa aprovada pela Assembleia em dezembro. Todos os cargos ocupados, em sua maioria, por indicações políticas, fazem parte do pacote de ações para ajustar as contas do governo, anunciado por Rui Costa antes da posse. Entre as quais, a estimativa de cortar 1.694 cargos até o fim deste ano, metade do contingente atingido pela instrução normativa de sábado. A próxima lista deve incluir órgãos, empresas e autarquias do segundo escalão. Os políticos que reclamarem vão para a terceirização. Mas será que vão trabalhar?
 Geraldo e Wilson 
A Ação Civil Pública de número 0000114-69.2008.805.0057, patrocinada pelo Ministério Público, tem como réus o ex-presidente da Câmara de Vereadores de Cícero Dantas, Geraldo Ribeiro (PR) e o então Secretário Wilson da Bethânia (PDT). Eles são acusados de trocarem cheques da Câmara com terceiros cobrando percentuais de comissão, emissão de cheques sem provisão de fundos, utilização de serviços de transporte contratados verbalmente, entre outros desmandos. A conta fecha em salgados R$ 23.000,00. E é bom saber que eles foram eleitos para fiscalizarem as ações do executivo. Mas achamos difícil que tudo isso vá dar em alguma coisa, tanto que eles foram reeleitos com boa votação. Dizem que o povo adora um malversador do dinheiro público. Se eles forem condenados, vão embolar a próxima eleição de Cícero Dantas. Serão fortes candidatos a prefeito. 
Com informações complementares do Bahia Notícias, Correio e A Tarde.  

Uma abordagem da cultura de Heliópolis

       No vídeo acima, alunos do 3º ano A do Colégio Estadual José Dantas de Souza - CEJDS - fazem uma abordagem da vivência cultural de Heliópolis. Relatos de artistas, incentivadores e produtores permitem mapear o grau de comprometimento da população com a sua produção cultural. Esta produção faz parte do conteúdo programático e é uma das avaliações da disciplina Redação e Expressão, ministrada pelo professor Landisvalth Lima, e foi formatada durante o ano de 2014.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Leonardo Boff ataca a mídia e prega censura

                                                           Landisvalth Lima
Leonardo Boff
Há uma luz indicando que vivemos a era dos fundamentalismos e que a liberdade de imprensa nunca esteve tão ameaçada no Brasil e no mundo. O avanço tecnológico parece não ser suficiente para abrir as mentes e desencadear processos criativos nas diversas áreas da atividade humana. Vivemos um período de baixa produção artística. Não temos mais novos e criativos pensadores nas artes. Os que estão vivos não terão substitutos. A pobreza nossa é vergonhosa. Mas há uma área onde a criatividade vem marcando presença timidamente: o jornalismo. Com o crescimento da mídia, a imprensa passou a ser a bola da vez. Não é preciso dizer que são poucas as religiões que não possuem canais de TV, Rádio ou programas.
Estamos iniciando a era da mídia e isto está atormentando muitos teóricos. É inacreditável ler o que escreveu o guru da Teologia da Libertação, frei Leonardo Boff. No início do artigo, ele logo deixa claro seu posicionamento sobre os que aconteceu com a Charlie Hebdo. “Eu condeno os atentados em Paris, condeno todos os atentados e toda a violência, apesar de muitas vezes xingar e esbravejar no meio de discussões, sou da paz e me esforço para ter auto controle sobre minhas emoções…”. Deixando claro que não é violento nem a favor da violência, Boff diz com todas as letras que “também não se devem criar as condições psicológicas e políticas que levem a alguns radicais a lançarem mão de meios reprováveis sobre todos os aspectos”. Traduzindo, para Boff, a mulher não deve usar a minissaia para não despertar o tarado. A culpa é dela por ter sido estuprada!
 Mais adiante, o Leonardo Boff revela seu ódio à imprensa no Brasil. Chega a dizer que “Ainda estou constrangido pelos atentados à verdade, à boa imprensa, à honestidade, que a revista Veja, a Globo e outros veículos da imprensa brasileira promoveram nesta última eleição.”  E que não me venham aqui dizer que eu estou defendendo estes veículos, mas o que eles disseram no período eleitoral, pode ter até exagerado, mas tudo está aí acontecendo. Não há uma linha sequer de Boff, pelo menos neste artigo, condenando o ato violento de surrupiar os cofres da nação. O articulista diz ter conhecido a revista Charlie Hebdo, em 2006, “já de uma forma bastante negativa: a revista republicou as charges do jornal dinamarquês Jyllands-Posten (identificado como “Liberal-Conservador”, ou seja, a direita europeia). E porque fez isso? Oficialmente, em nome da “Liberdade de Expressão”. Ele nunca gostou da veia satírica da revista e parece também que detestava o Charb, que comandava a revista desde 2009. “Foi sob o comando dele que a revista intensificou suas charges relacionadas ao Islã, ainda mais após o atentado que a revista sofreu em 201”, afirma Boff.
O cartunista Charb, morto no atentado
 O teólogo, em nenhum momento, exalta o esforço da imprensa internacional em separar o terrorismo da religião muçulmana, condena os que defendem os cartunistas e, de quebra, a Veja:“Alguns chamam os cartunistas mortos de “heróis” ou de os “gigantes do humor politicamente incorreto”, outros muitos os chamam de “mártires da liberdade de expressão”. Vou colocar na conta do momento, da emoção. As charges polêmicas do Charlie Hebdo, como os comentários políticos de colunistas da Veja, são de péssimo gosto, mas isso não está em questão. O fato é que elas são perigosas, criminosas até, por dois motivos.” Um dos motivos citados é a intolerância.” O primeiro é a intolerância. Na religião muçulmana, há um princípio que diz que o Profeta Maomé não pode ser retratado, de forma alguma. Esse é um preceito central da crença Islâmica, e desrespeitar isso desrespeita todos os muçulmanos. Fazendo um paralelo, é como se um pastor evangélico chutasse a imagem de Nossa Senhora para atacar os católicos…”. Só que Boff se esquece que eles não eram religiosos, eram Jornalistas. Impor limites a eles é impor limites à arte. Quem não deve retratar Maomé são os seus seguidores. Quem reza é quem tem fé. Se estes limites ultrapassados causarem danos, há a Lei. Então se eu fizer uma charge tomando sol ao lado de Cristo, em Copacabana, perguntando: “E aí, meu Rei? Vai uma caipirosca?”, é falta de respeito? Vou ser metralhado no dia seguinte?  
 O outro motivo citado por Boff é: “A maneira como o jornal retratava os muçulmanos era sempre ofensiva. Os adeptos do Islã sempre estavam caracterizados por suas roupas típicas, e sempre portando armas ou fazendo alusões à violência, com trocadilhos infames com “matar” e “explodir”…).” Aqui Boff retruca porque ele sabe que as charges não eram dirigidas aos muçulmanos Alguns argumentam que o alvo era somente “os indivíduos radicais”, mas a partir do momento que somente esses indivíduos são mostrados, cria-se uma generalização. Nem sempre existe um signo claro que indique que aquele muçulmano é um desviante, já que na maioria dos casos é só o desviante que aparece. É como se fizéssemos no Brasil uma charge de um negro assaltante e disséssemos que ela não critica/estereotipa os negros, somente aqueles negros que assaltam…”. Então a generalização é um problema da cultura e não dos jornalistas. É um problema de falta de educação, que não permite ao povo separar o joio do trigo. Há também uma generalização no Brasil de que todos os políticos são ladrões. Não vi ninguém dizer que isso era ofensivo ou perigoso. A revista também tem que pagar por isso?
É o próprio Boff quem admite adiante o poder da piada, citando o poeta satírico francês Jean de Santeul: os costumes são corrigidos rindo-se deles. Mas, sem demora, volta a carga: “Mas piadas são sempre preconceituosas, elas transmitem e alimentam o preconceito. Se ela (a piada) sempre retrata o árabe como terrorista, as pessoas começam a acreditar que todo árabe é terrorista. Se esse árabe terrorista dos quadrinhos se veste exatamente da mesma forma que seu vizinho muçulmano, a relação de identificação-projeção é criada mesmo que inconscientemente. Os quadrinhos, capas e textos da Charlie Hebdo promoviam a Islamofobia. Como toda população marginalizada, os muçulmanos franceses são alvo de ataques de grupos de extrema-direita. Esses ataques matam pessoas. Falar que “Com uma caneta eu não degolo ninguém”, como disse Charb, é hipócrita. Com uma caneta se prega o ódio que mata pessoas…”. Mais uma vez ele condena a vítima e não o algoz.
E fica a pergunta: Charlie Hebdo só pregava contra os muçulmanos? Claro que não. A revista apontava seu lápis para tudo que considerava retrógrado. Mas Boff também cita isso: “Uma das defesas comuns ao estilo do Charlie Hebdo é dizer que eles também criticavam católicos e judeus…”. Mais à frente: “Se as outras religiões não reagiram a ofensa, isso é um problema delas. Ninguém é obrigado a ser ofendido calado.(...) o atentado poderia ter sido evitado. Bastava que a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo no primeiro excesso, assim como deveria/deve punir a Veja por suas mentiras. Traçasse uma linha dizendo: “Desse ponto vocês não devem passar”.” Só que Leonardo Boff não estabelece quem deve traçar esta linha. Acredito que ele deveria estabelecer o limite porque ele é a favor da censura à imprensa.” Quando se decide que você não pode sair simplesmente inventando histórias caluniosas sobre outra pessoa, isso é censura. Quando se diz que determinados discursos fomentam o ódio e por isso devem ser evitados, como o racismo ou a homofobia, isso é censura. Ou mesmo situações mais banais: quando dizem que você não pode usar determinado personagem porque ele é propriedade de outra pessoa, isso também é censura. Nem toda censura é ruim…”. Aqui ele confunde proteção ao direito individual do indivíduo com censura. “Deixo claro que não estou defendendo a censura prévia, sempre burra. Não estou dizendo que deveria ter uma lista de palavras/situações que deveriam ser banidas do humor. Estou dizendo que cada caso deveria ser julgado. Excessos devem ser punidos. Não é “Não fale”. É “Fale, mas aguente as consequências”. E é melhor que as consequências venham na forma de processos judiciais do que de balas de fuzis ou bombas.” Mas já é assim, Boff! Sempre foi assim! O que você quer é a regulação da mídia, que é uma censura prévia defendida pelo PT. 
Leonardo Boff encerra o artigo dizendo que condena o atentado, mas “eu não sou Charlie. Je ne suis pas Charlie.”. É a opinião dele e deve ser respeitada, mas todos nós sabemos dos perigos do fundamentalismo. Ao longo da história, milhares de Judeus foram mortos, cientistas foram queimados vivos, outros morreram nas prisões, obras foram censuradas, mulheres deportadas, homens castrados... Tudo por religião ou em nome de Deus, Alá, Maomé... Todas elas estavam erradas. Os que pagaram as conquistas com a vida, hoje são heróis do mundo. Os radicais religiosos desapareceram. Outros reaparecem para matar e calar. Enquanto isso, nós vamos pedindo a Deus que dê juízo a estes que querem segurar o mundo numa rédea. Não há nada que nos impeça de viver a palavra LIBERDADE! Je suis Charlie!

Vem aí 300 mil demissões!

Trabalhadores se mobilizam contra as demissões no ABC paulista
Apesar dos números negativos que insistem em denegrir a nossa economia, a notícia nada agradável é que tudo vai piorar. Não há um só economista que ouse dizer que haverá em 2015 alguma melhora nos setores que alavancam a produção. A Petrobras perdendo valor por causa dos rapazes desejosos das respublica não é a única desgraça. O setor automobilístico começou a fazer o de sempre: demitir. Na Bahia, embora tudo ainda está como dantes, a tendência é seguir o que vem lá do sul. Em fato mais recente sobre o caso, uma manifestação de empregados e ex-empregados da Volkswagen, Ford e Mercedes-Benz reuniu um total de 10 mil trabalhadores no ABC Paulista, na manhã de segunda-feira (12). Na Bahia, o pólo automobilístico é representado por duas montadoras instaladas em Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (RMS): a companhia Ford, que segue o funcionamento desde 2001, e a JAC Motors, de 2011. A Força Sindical nacional sinalizou que até 20 mil demissões ocorrerão em montadoras no Brasil. Somadas com segmentos de autopeças e assessórios, o número do corte pode chega a 300 mil. Isso porque a tendência é que, em 2015, o setor automobilístico pode encolher até 20%. De acordo com último balanço da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), no Brasil, a produção de autoveículos teve queda de 23,1% entre novembro e dezembro de 2014 – de 264,8 mil para 203,8 mil unidades em todo o país.
Serrinha terá shopping
A cidade de Serrinha inaugura nesta quinta-feira (15) o primeiro shopping center da cidade. A previsão é que o Shopping Serrinha gere 1,6 mil postos de trabalho diretos e indiretos. Com nove mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL) distribuídos em 10,5 mil metros quadrados de área construída, o centro de compras terá 40 espaços comerciais, entre lojas, um hipermercado, cinema da rede Multiplex, com duas salas da Orient Cinemas, e opções de lazer e gastronomia.  O investimento na construção do estabelecimento foi de R$ 30 milhões, parte de recursos próprios e outra de financiamento da Desenbahia [Agência de Fomento do Estado da Bahia]. Estão previstas a especialização de mão de obra local com cursos de qualificação e capacitação. Serrinha tem 82,7 mil habitantes e está a 70 quilômetros de Feira de Santana.
Pênis tatuado
Holly Aston de pênis nas costas!
Pensem em algo inclassificável! Pois é. Duvido que alguém imaginasse algo tão sórdido e bestial. Uma jovem britânica pediu ajuda a um programa de televisão após acordar com um pênis tatuado no ombro durante uma noite de bebedeira. Holly Aston, de Birmingham, no Reino Unido, tinha 17 anos quando ela permitiu que os seus amigos fizessem duas tatuagens no seu corpo usando um kit caseiro comprado pela internet. A decisão foi tomada durante uma festa em que a garota admitiu estar bebido além da conta. Segundo o jornal Mirror, Holly acordou no dia seguinte e ficou horrorizada ao se dar conta do erro que cometeu. "A gente bebia um pouco e desenhávamos uns nos outros... Foi uma idiotice. Tivemos sorte de não pegar uma infecção ou algo pior". Envergonhada, a garota escondeu a tatuagem dos pais por dois anos, e até se recusou a participar de viagens com a família por causa disso. "Eu achei que meus pais me matariam", disse a jovem. "Eu quero ir para a universidade este ano e ser levada a sério sem esta tatuagem boba, mas não tinha o dinheiro necessário para removê-la". Por conta disso, Holly procurou um programa de tv chamado Bodyshockers, que aborda piercings e tatuagens bizarras, em troca de que eles pagassem pelas sessões de laser que remover as imagens. Hoje, aos 19 anos, ela contou toda a verdade para os pais com a ajuda da apresentadora do programa. Ainda bem! Já pensou uma garota levar a vida inteira um pênis nas costas.... e falso!
 Limites: Nova Soure, Cipó e Tucano
Os limites da cidade de Cipó com Nova Soure e Tucano, no nordeste do estado, foram atualizados pelo governador, Rui Costa, em decreto publicado no Diário oficial do Estado nesta terça-feira (13). No mesmo texto, foram atualizados também os limites de Nova Soure com Cipó e Tucano. Em relação á Nova Soure, o limite começa no rio Itapicuru (na foz do riacho Curral Novo) sobe até a nascente, depois segue em direção oeste até o riacho Seco. Com o município de Tucano, o limite começa no riacho Seco, no ponto de encontro (na direção oeste) que parte da nascente do riacho Curral Novo e desce pelo riacho Seco até a foz no rio Itapicuru.
Mais uma de Cícero Dantas
A cidade de Cícero Dantas sofre com os políticos que tem. É uma decepção atrás da outra. Agora é a vez da Câmara de Vereadores. Existe uma Ação Civil Pública de número 0000114-69.2008.805.0057, que pode ser consultada no site do TJ-BA, patrocinada pelo Ministério Público, onde os réus, ex-presidente da Câmara e o então tesoureiro, são acusados de trocarem cheques da Câmara com terceiros cobrando percentuais de comissão, emissão de cheques sem provisão de fundos, utilização de serviços de transporte contratados verbalmente, entre outros desmandos. O Ministério Público constatou que a contratação verbal, tratava-se de um veículo de um cidadão do povoado de São João da Fortaleza, todos os moradores do referido povoado conhece o cidadão e afirmam que o mesmo nunca fez transporte de pessoas conforme descrito na peça processual, caracterizando, assim, o desvio de R$ 23.000,00. Por conta dessa Ação os acusados foram afastados da Câmara de Vereadores por um período. Mesmo assim, foram reeleitos para a atual legislatura. Os nomes darei na próxima edição. 
Com informações do CORREIO, Mirror e do Bahia Notícias. 

Foto do fim de semana

       
       A foto acima registra o momento inicial da 7ª Festa do Carro de Boi, promovida pelo empresário Zé de Miguel. A festa foi interrompida ano passado por causa da seca que tomou conta de toda região Nordeste. O fenômeno climático ainda não permanece em vários locais, mas em Heliópolis o verão está sendo generoso no calor e nas chuvas. A retomada do evento ocorreu neste último domingo (11), às 14:30 horas, e a partida foi na fazenda Vaca Brava, município de Fátima, seguindo até a cidade de Heliópolis, usando a rodovia BA 393. O encerramento festivo foi na fazenda União, de propriedade do organizador. Por lá passaram diversos artistas, tendo como atração principal A Favorita do Brasil, do forrozeiro Zezinho da Ema.