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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Leis no Brasil freiam renovação política

As leis no Brasil incentivam o aceitar tudo como está
No Brasil, a renovação de poder é cada vez mais difícil. Mesmo admitindo que estamos evoluindo para uma democracia menos injusta, as leis aqui são feitas sempre para prestigiar quem está confortavelmente acomodado em cargos, em todos os níveis. Não preciso aqui perder tempo em citar a questão da reeleição. Para concorrer a qualquer cargo, o agente tem que se afastar da função que ocupa, exceto se concorrer ao mesmo!
Também não são diferentes as leis eleitorais. Todas as regrinhas chatas dizem ao candidato: não faça propaganda. É tanto não pode isso e não pode aquilo que praticamente inviabiliza a luta de candidatos desconhecidos. O uso de carro de som é uma guerra. Deve-se desligar o som a 200 metros de hospitais, centros de saúde, órgãos públicos, escolas, delegacias etc. Entendo, claro, a questão em torno de escolas e hospitais, mas não sei o caso das delegacias. Talvez seja resquícios da ditadura militar. Nenhum carro de som deve incomodar ninguém, mas desligar a 200 metros de uma delegacia de política não dá para entender.
Todas estas restrições só beneficiam os que já são conhecidos e estão no poder. Aquele que precisa divulgar seu nome, se o puder, encontrará muitos obstáculos. Um deles é não ser o preferido ou preferida do “dono” da legenda política. No horário eleitoral, ficará o desconhecido a ver o protegido do seu partido aparecendo na TV todos os dias, torcendo para que sobre alguns segundos para a imagem dele ser difundida. No caso do horário eleitoral, quem elege mais tem mais espaço. Não há, entretanto, obrigatoriedade de este espaço ser dividido democraticamente entre os candidatos, mesmo que o partido seja liberal, socialista ou democrata. Tais leis não deixam de ser um convite ao comodismo. Alguns até dirão: "É assim mesmo!" e nada mais farão.
Resta-nos o povo. Este sim, independente das leis criadas, impõe sua lei da mudança. Contra essa, não há imperfeições.
Roubalheira na Petrobrás
Pesquei no Blog do Marcelo Mirisola: “Dilmão Roussef fala sobre a roubalheira na Petrobras: "Se houve alguma coisa, e tudo indica que houve, eu posso te garantir que todas, vamos dizer assim, as sangrias que eventualmente pudessem existir estão estancadas". Se as sangrias foram estancadas, ora bolas, é porque houve sangramento. Se isso não é uma confissão de culpa da gênia da retórica e "presidenta" do Brasil, bem, eu não sei mais qual é a diferença entre diarreia e prisão de ventre.”. Sobre isso, Marina Silva deu um parecer fantástico: É difícil acreditar que o PT tenha nomeado um diretor na maior empresa do país e não saber que ele estava surrupiando o dinheiro da estatal.
Está no Por escrito, do Luís Augusto Gomes:
Baixo nível, mídia e pesquisas são armas anti-Marina
A certa distância do período eleitoral, falou-se em “campanha de alto nível”. Esperavam-na a presidente Dilma Rousseff, o governador Jaques Wagner e tantos outros que não gostam de ver, na disputa do voto, apontados seus erros e defeitos.
Agora, na iminência de um revés ou, pelo menos, de muita dificuldade para alcançar o que antes parecia fácil, vemos, tanto o governador quanto a presidente, se utilizarem da mais reles apelação.
Dilma prega o terror em cadeia nacional, fazendo sumir comidas dos pratos, entre outras prestidigitações. Wagner ataca os aliados do adversário, como se não tivesse ao lado outros tantos da mesma cepa.
Por outro lado, tonta, sem saber para que lado vai desde a tragédia que elevou Marina Silva a candidata à presidência, a grande imprensa precisou, emergencialmente, eleger a nova inimiga, a assustadora seringueira.
Em uníssono, O Globo, Folha, Veja e O Estado de S. Paulo trazem das catacumbas a voz criptografada de Paulo Roberto Costa, repentinamente envolvendo pessoas que, de uma forma ou de outra, já foram citadas em conturbadas histórias de corrupção.
Renan Calheiros, Henrique Eduardo Alves, Edison Lobão, Roseana Sarney. Nada de novo, só a acusação a um morto, Eduardo Campos, que não pode falar e que em vida jamais teve o nome relacionado a escândalos.
É evidente o objetivo de comprometer Marina Silva, como nos casos do avião, do “conflito” com o agronegócio, até a formulação explícita de que, caso eleita, correrá o risco de deposição.
Anteveem, portanto, essas pessoas, um governo de caos e incompetência desde o primeiro dia, o que levará inevitavelmente à crise, à ruína econômica, à conflagração social.
Sabem, porém, que não é assim. A ex-senadora, ex-ministra, política de longo curso e com evidente experiência de gestão e capacidade de diálogo, não é nenhum Dom Quixote que arremessará, cega, sua lança contra as instituições e o bom senso.
Acredita-se, sim, que poderá governar com avanços e formando uma base no Congresso sob o foco de uma autoridade inovadora, que começaria, por exemplo, recusando a imoralidade da reeleição.
A questão é que as pesquisas, sem gênese verdadeiramente conhecida, são sedutoras nas gangorras em que colocam os candidatos, uns subindo hoje, descendo amanhã, outros fazendo no dia seguinte o momento inverso.
E a mídia, enfim, que patrocina os institutos, emprega toda a sua “credibilidade” na manipulação, envolvendo em luzes a opinião pública.
Na mosca!!!!