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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Grupo do prefeito de Fátima ainda não apresentou candidatos

                           Landisvalth Lima
Nego está longe do pleito
A cidade de Fátima está passando por uma situação inusitada. Daqui a exatos 48 dias teremos o pleito eleitoral e o grupo político liderado pelo prefeito Nego ainda não sabe em quem votar. Nas minhas andanças pelo planeta da política nunca vi algo parecido. E tudo isso por causa da Operação 13 de Maio, realizada pela Policia Federal. O Prefeito José Idelfonso, conhecido por Nego, foi afastado do cargo por 90 dias e ainda não teve autorização para retornar à cadeira. Quem está no comando do município é o seu vice Florival Santana. Ocorre que o prefeito em exercício, por questões de fidelidade, está aguardando as decisões de Nego e ainda não apresentou nenhum candidato.
A falta de uma tomada de ação por parte do prefeito afastado fez todos ficarem imobilizados. Não chegamos a falar com Nego, mas pessoas próximas a ele falam em depressão, decepção, fim de um sonho. Uma ex-vereadora, que pediu para não revelar o nome, disse que baixar a cabeça é pior. Cabe ao prefeito ver onde errou e acertar o rumo para não cometer mais desvios de conduta. Fato é que outras lideranças estão em campo e correndo soltas. Várias pessoas dizem que estão aguardando um sinal do prefeito afastado para ver qual caminho seguir.
Futurologia
Após conversar com algumas pessoas sofre a falta de candidatos, encontrei um grande amigo e ex-vereador, que não me autorizou a dizer o nome nesta postagem. Ele é taxativo: no dia em que o grupo indicar um nome para prefeito, mesmo com todo o estrago da Operação 13 de Maio, a eleição do sucessor de Nego será vitoriosa. Aí, então, questionei: Como um grupo envolvido numa teia de corrupção pode ainda sobreviver na política? É que, segundo o ex-vereador, além do carisma dos líderes, a oposição ajuda muito. Segundo ele, o suposto líder da oposição não tem um grama de moral para se apresentar como político qualificado. O povo então teria que escolher entre o ruim e o pior. E o pior é o fim.
Quem seria o cantor ou cantora?
E quem estaria apto a tentar continuar com a bandeira do grupo na eleição de 2016, já que Sorria e Nego estariam inelegíveis? Perguntei ao nosso ex-vereador. Ele disse que aí teria que pensar. Seria a professora Edna ou Binho? Insisti. Disse que estava mais para Binho, mas não descartou a possibilidade de ser a filha de Sorria. E não deu mais detalhes. Apesar do imobilismo de agora, 2016 já está na cabeça do Fatimense.
Imagem de Eduardo Campos
Imagem de Eduardo terá controle
Na manhã desta quarta-feira (20), o desembargador Alexandre Hermes Renato, do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) acatou ao pedido da família do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), morto na quarta-feira (13) em um acidente de avião que vitimou outras seis pessoas, e barrou o uso da imagem de Campos em campanhas de outros candidatos. Quando vivo, Eduardo Campos, para alguns adversários, era símbolo de muitos defeitos, tanto que servia para receber apoio. Depois de morto, a imagem está sendo explorada exatamente pelos seus opositores. Alguns até chegaram a cair em lágrimas. Agora, o uso da imagem só será possível com autorização da família. Boa, Dona Renata!
Documento do PSB para Marina   
O texto da carta que o PSB apresentará nesta quarta-feira para a assinatura de Marina Silva, a nova candidata ao Planalto pela coligação PSB-REDE-PPS-PHS e PPL em substituição a Eduardo Campos, não tratará do programa de governo a ser implantado caso a ex-senadora vença as eleições. O texto será genérico e abordará apenas as ideias de Eduardo Campos. O objetivo é não constranger Marina que já reclamou da obrigatoriedade de assinar um termo de compromisso ao assumir a posição de Campos na disputa presidencial após o acidente aéreo que matou o presidenciável. A comissão executiva nacional do PSB já confirmou a chapa: Marina Silva e Beto Albuquerque, do PSB do Rio Grande do Sul. 
Pesquisa não autorizada
Numa reunião com a diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), o diretor do instituto Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, revelou o resultado de um levantamento telefônico nacional não registrado que realizou na semana passada. As entrevistas foram feitas depois da morte do candidato socialista a presidente da República Eduardo Campos. Murilo Hidalgo contou que o Paraná Pesquisas substituiu o nome de Campos pelo de Marina Silva, que era sua vice. Eis o resultado: a presidente Dilma Rousseff (PT) apareceu como a preferida da maioria dos entrevistados. Atrás de Dilma, veio Marina Silva. Embora com cinco pontos porcentuais a menos que a presidente, Marina está em empate técnico com ela. O candidato tucano Aécio ficou atrás de Marina Silva também pelos mesmos cinco pontos percentuais. Ou seja, também em empate técnico com Marina. Os números da pesquisa não podem ser divulgados porque ela não foi registrada na Justiça Eleitoral. Dilma deve ter comemorado.
Marina não aceitará tudo
A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, impôs restrições a alguns dos acordos regionais costurados com o PSDB por Eduardo Campos, seu antecessor na cabeça de chapa morto na quarta-feira da semana passada após a queda de seu avião em Santos, no litoral paulista. Dos 14 palanques estaduais que Campos articulou para sua campanha, Marina e seus aliados da Rede - partido que tentou criar sem sucesso no ano passado - decidiram que pretendem ficar longe de pelo menos dois: São Paulo, com Geraldo Alckmin, e Paraná, com Beto Richa. A ideia é que ela faça campanha autônoma, descasada dos dois tucanos, e transfira aos dirigentes regionais do PSB a agenda conjunta. Ficará permitido apenas que os candidatos a deputado federal e estadual utilizem material de campanha com imagens suas com os dois tucanos.
O cabo eleitoral Kelton
A postagem foi retirada a pedido do professor Kelton. Ele nega ter feito tal declaração.  
Com  informações complementares do Bahia Notícias, Felipe Patury (Revista Época) e portal UOL.