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domingo, 30 de março de 2014

Mulher confessa ter matado menos de 100 pessoas

Miranda Barbour, de apenas 19 anos, começou a matar aos 13, após sofrer abusos sexuais. Sua mais recente vítima foi assassinada em novembro, logo após fazerem sexo
Miranda matou mais de 22 pessoas e não se arrepende
Está presa na Pensilvânia (EUA) uma jovem que se confessou assassina em série. Miranda Barbour, de 19 anos, revela que “matou menos de 100 pessoas” e que várias assassinatos foram realizados em rituais satânicos. A jovem esfaqueou até a morte sua mais recente vítima, um homem de 42 anos, em novembro passado.
Ela contou que conheceu sua vítima através do site “Craigslist” e que concordou em fazer sexo com ele por US$ 100, mas depois o matou com a ajuda de seu marido. “Eu me lembro de tudo. É como ver um filme”, comentou. Barbour e seu marido, Elytte Barbour, foram acusados pelo assassinato do homem e estão presos em locais diferentes.
A mulher, no entanto, afirma que essa morte é apenas uma de uma série de assassinatos que cometeu ao longo dos anos, do Alasca ao Texas. “Quando cheguei a 22 vítimas, parei de contar”, revela a jovem Miranda Barbour, que chocou os EUA depois de ter confessado ser a autora de dezenas de crimes, numa entrevista a um jornal da Pensilvânia. A declaração da mulher levou os investigadores nos Estados Unidos a revisar vários assassinatos não resolvidos à procura de possíveis conexões.
Barbour disse que começou a assassinar aos 13 anos, depois de ter sofrido abusos sexuais quando era criança por parte de um homem que foi membro de uma seita satânica no Alasca. Ela explicou que estudava a vida da pessoa e até se tornava amiga da vítima antes de matá-la. Miranda disse ao jornal que não se arrepende do que fez e que se fosse solta, faria de novo.  Os promoteres responsáveis pelo caso da jovem americana buscam pena de morte para ela e seu marido, Elytte Barbour. Miranda Barbour disse ao que os assassinatos cometidos por ela em parceria com seu marido eram parte de seu envolvimento com uma seita satânica.
Com informações de agências americanas, do portal Pragmatismo Político e do R7.