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Polícia Militar faz cerco a veículos irregulares

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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Detran de Sergipe em “Operação Tartaruga”

Detran de Sergipe: devagar, quase parando....
Quem precisar dos serviços do Detran de Sergipe vai ter que ter muita paciência. Embora a última paralisação tenha ocorrido no último dia 20 de janeiro, está claro que está em curso uma “Operação Tartaruga”. Isso porque não é possível uma transferência de veículo durar mais de 30 dias. Tudo isso por dois motivos: descumprimento do acordo feito entre a direção do órgão e os servidores de garantia da devolução do pagamento do salário aos 128 servidores que estavam em greve nos meses de Novembro e Dezembro, e pagamento do auxílio alimentação, equivalente a R$ 350 reais, concedido pelo órgão, mas que até o momento não foi pago. Os servidores ameaçam nova paralisação em Março, de acordo com afirmações do presidente do Sindicato dos Servidores do Detran (Sindetran), Thiago Bomfim. A categoria pretende realizar uma assembleia agora em fevereiro. A Assessoria de Comunicação do DETRAN informa que em relação ao pagamento do ticket alimentação, o projeto de lei já está pronto para ser encaminhado à Alese, mas que devido ao recesso, o projeto ainda não foi colocado em pauta para ser aprovado pela Casa. Quanto ao retorno do pagamento do salário aos 128 servidores, a assessoria esclarece que o presidente do Detran procurou o secretário da Fazenda com o objetivo de encontrar um dispositivo legal para fazer o pagamento aos servidores.  Enquanto o pagamento não é feito, a “Operação Tartaruga”, embora não oficializada, está sendo praticada de um jeito muito especial: o público é prioridade. Despachantes e outros serviços vão sendo colocados na gaveta. Só para se ter uma ideia, um cliente da Renovel comprou um Clio seminovo dia 02 de Janeiro. A Nota Fiscal de compra foi expedida dia 07.01. Um mês depois o veículo ainda não foi transferido para o comprador. Todos os empresários revendedores de carros estão se queixando do prejuízo. A arrecadação do estado no setor está baixíssima e as providências não são tomadas. Parece um estado sem governo. Por outro lado, os empresários do setor são um grupo tão insignificante que não consegue entrar na briga para resolver a questão. O prejuízo é muito superior ao que os funcionários estão pedindo de forma justa.