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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Transporte escolar complica a vida dos estudantes em Heliópolis

     
Heliópolis tem transporte escolar irregular
Depois do problema apresentado por um ônibus caindo aos pedaços, que fazia o transporte de estudantes do povoado de Cajazeiras, agora é vez dos estudantes do Tanque Novo, Bendó e Jibóia passarem por apuros para estudar. É que eles estão desde segunda-feira (12) sem poder assistir aulas em Heliópolis. O carro que transporta os estudantes do Bendó para Heliópolis está quebrado e o carro do Tanque Novo é que se desloca até o Bendó para trazer os alunos de lá, além dos estudantes que moram no Tanque Novo. Ou seja, a turma vem espremida como se estivesse em lata de sardinha, dando até trabalho para fechar a porta do veículo. Para completar, o motorista já perdeu há muito tempo a paciência com os estudantes e tem provocado muito descontentamento. Além do caso do Bendó e do Tanque Novo, o veículo que faz o transporte da Jiboia para Heliópolis vive mais quebrado do que em atividade e a estudantada tem perdido a paciência. Esta semana, vários estudantes destas regiões só conseguiram chegar por meio de carona ou por motocicletas, que chegavam a conduzir até três estudantes. O problema maior é que há alunos morando em regiões onde não há transporte de forma alguma, sendo o transporte escolar a única alternativa. Vários estudantes do Colégio Estadual José Dantas de Souza já se dirigiram à Prefeitura Municipal e procuraram os responsáveis, mas não há uma solução. Prometem, mas nada acontece. Pelo andar da carruagem, a empresa Minha Região está virando para Ildinho a sua maior dor de cabeça. Porque, além de tudo isso, já há denúncias, que precisam ser apuradas devidamente, indicando a existência de motorista menor de idade, e sem a devida habilitação, conduzindo veículo do transporte escolar. E ainda dizem que o prefeito está rodeado de amigos. Mui amigos!
Vereadora perde mandato por ser bonita
Ser bonita é um problema no Irã
Se aqui no Brasil o problema maior é a corrupção deslavada no serviço público, no Irã é a incapacidade de olhar para o presente e se adaptar aos novos tempos, coisa que a religiosos conservadores não deixam. Prova disso foi uma candidata a vereadora na cidade iraniana de Qazvin. Ela foi impedida de assumir o cargo por ser “bonita demais”, noticiou a imprensa local. Com 10 mil votos obtidos na eleição ocorrida em junho deste ano, junto com o pleito presidencial, Nina Siahkali Moradi, de 27 anos, ficou na 14ª colocação em uma lista que selecionava os 13 primeiros entre 163 candidatos. Como o primeiro colocado desistiu de assumir, a iraniana, que defendia direitos da mulher e incentivos culturais, estaria entre os eleitos. No entanto, foi barrada. “Seus votos foram anulados por [causa de] suas credenciais”, justificou Reza Hossaini, do comitê local de monitoramento de eleições. “Não queremos uma modelo desfilando na prefeitura”, afirmou um clérigo local. Ser bonita demais é pecado, mas ter mente medieval é ser o cara!
Discussão entre Barbosa e Lewandowsky marca fim de Sessão no STF 
      
Barbosa quer celeridade no julgamento
Nesta quinta, o Supremo rejeitou as apelações apresentadas pelos advogados dos ex-deputados Roberto Jefferson, que delatou o esquema, entre outros. Na discussão, os ministros Joaquim Barbosa, relator do caso, e Ricardo Lewandowsky, revisor, discordaram sobre a lei que deveria ter sido aplicada ao recurso do ex-deputado federal Carlos Rodrigues (ex-PL, atual PR), o Bispo Rodrigues. Durante o julgamento, Barbosa disse que tinha pressa e não estava na corte para fazer "chicana". Ofendido, Lewandowsky pediu ao presidente do STF se retratasse e afirmou que não estava no julgamento de brincadeira. O tom subiu quando Lewandowsky se posicionou a favor do Bispo Rodrigues, que alega que, como recebeu dinheiro do esquema em dezembro de 2002, deveria ter a pena calculada com base na legislação em vigor à época e não na mais recente. Contudo, para o relator Joaquim Barbosa, como se trata de uma prática criminal que se estendeu no ano seguinte --o réu teria recebido uma segunda parcela em 2003--, se aplica uma lei mais recente. "Lewandowsky concordou [na primeira fase do julgamento] e agora está reformulando. Vossa excelência mudou de ideia", reclamou Barbosa. "Para isso servem os embargos [recursos]. Esse é o momento do julgador se redimir", respondeu Lewandowsky. Para ele, "se o acordo criminoso foi formalizado em 2002, foi neste momento da solicitação da vantagem indevida que o crime de corrupção se configurou. O pagamento revela mero exaurimento". A discussão, contudo, se estendeu. Ao ouvir do ministro Celso de Mello a sugestão de encerrar o julgamento e deixar o caso do Bispo Rodrigues para a próxima semana, Barbosa reclamou que essa medida retardaria essa segunda fase do mensalão. Questionado se tinha pressa, ele respondeu: "Tenho pressa para fazer nosso trabalho, não para fazer chicana". Lewandowsky reagiu imediatamente: "Peço que o senhor se retrate. Está dizendo que estou fazendo chicana? Não estou aqui de brincadeira". A sessão foi encerrada e o caso do Bispo Rodrigues ficou em suspenso. Deve ser retomado na próxima semana. 
Com informações complementares do Bahia Notícias e da Folha de São Paulo.