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terça-feira, 13 de agosto de 2013

O dia em que Antônio Coca virou imortal

                                   Landisvalth Lima      
Antonio Coca, Francisco Gualberto, Aílton Rocha e amigos
Acróstico de José Alberto
Bem acompanhado da vereadora Ana Dalva, do meu filho Landisvalth e do impactante Jorge Souza, nascido José Jorge Souza do Espírito Santo, estive no último sábado, 10 de agosto, no lançamento do livro do talentoso Antônio Pedro Caldas, conhecido por Antônio Coca, na cidade de Cedro de São João, em Sergipe. Sei o quão difícil é neste país, ainda mais no Nordeste, o sujeito pensar em publicar um livro. Consegui lançar dois em sete anos de luta. 
Giló marcou presença

Wilson Aragão prestigiou o evento
Quando recebi de Socorro Caldas, a filha, o exemplar impresso de Coletânea dos Meus Versos, foi como se eu tivesse publicado. Digo isso porque Antônio Coca já passou dos oitenta e seu talento como poeta vem desde os tempos de menino. Não sei desde quando ele pretendeu publicar algo, mas o primeiro livro dele impresso foi Brasil Tri Campeão, de 1970, e não será fácil encontrar mais algum exemplar. Mas a minha emoção foi redobrada quando cheguei à quadra de esportes de Cedro de São João, preparada especialmente para o evento. Socorro Caldas estava irradiando alegria. Jorge Caldas era só satisfação. Calango da EBDA (na Bahia), ou Beto de Tonho Coca (no Cedro), poeta também, fez uma homenagem ao pai em formato de acróstico. Lá estavam Wilson Aragão, Giló e o forró Casaca de Couro. No palco cantaram as músicas que desfilam em nossos ouvidos como língua mergulhando em mel. Para temperar as vozes destes, o talento impagável de Dudu no violino. Também não poderia faltar a participação de Jorge Caldas que cantou para o pai Vicente Celestino, só no gogó e sem desafinar.
Jorge Caldas, Casaca de Couro e Dudu

Tonho Coca, Jorge, Socorro e amigos
Na abertura do evento, subiu ao palco o deputado Francisco Gualberto (PT), que deu o apoio cultural para impressão do livro e fez um pronunciamento de apoio ao homenageado digno de louvor. Também estava lá Dr. Ailton Rocha, que promoveu em 2010, no Fórum pensar Cedro, uma rica homenagem ao poeta Antônio Coca. Não faltou também no palco a voz de José de Mindom, amigo do poeta e também poeta. Marcaram presença ainda o ex-deputado e ex-prefeito de Propriá Renatinho, o atual prefeito de Cedro Claudionor Vieira de Melo e o prefeito de Propriá José Américo, a secretária de cultura do município Cláudia e várias outras autoridades. Principalmente, lá estava o povo de Cedro, vários amigos de Heliópolis e de Cícero Dantas para consagrar este poeta que não participa de nenhuma academia, mas que está imortalizado pela alegria que sua poesia gera ao tocar os corações das pessoas, não só pela voz dele ao vivo, ou nas ondas médias da Rádio Jornal, mais precisamente no programa do Professor Ludwig aos domingos. 
José Alberto Caldas (Calango) e família

Muitos amigos de Tonho Coca marcaram presença
Agora, no formato de livro, eternizam-se o jogo rimático, as metáforas, a irreverência e a pitada especial que só um poeta talentoso sabe fazer. Antônio Pedro Caldas imortaliza-se na palavra escrita e vai viver eternamente na memória do povo de Cedro de São João. (Clique nas fotos para ampliá-las)
Aos leitores deste blog: Já está no portal Cheio de Arte o documentário que fiz sobre o poeta Antônio Coca, dividido em três partes. Para assistir clique em Antonio Coca 1 , Antonio Coca 2 e Antonio Coca 3 ou vá direto ao porta Cheio de arte.