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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Ana Dalva quer sessões nos povoados e fim da reeleição na Câmara

Ana Dalva 
A vereadora Ana Dalva convocou uma reunião administrativa com os vereadores na última quarta-feira pela manhã. Estava na pauta alguns temas polêmicos, além da posição de como proceder na análise do Projeto de Lei nº 012/2013, que trata da questão do Concurso Público da Prefeitura Municipal de Heliópolis. Também foram discutidos mudanças no Regimento Interno da Câmara Municipal. Um dos pontos é permitir a candidatura avulsa para quaisquer cargos da mesa diretora, o que quebraria com a obrigatoriedade de só concorrer com a chapa completa. Além disso, fala-se no fim do 2ª Secretaria, que é de uma inutilidade. Agora, inclusive, o cargo está vago. Ana Dalva propôs ainda o fim da reeleição para cargos da Câmara e ela seria a primeira a não ter direito à reeleição, justamente para facilitar a aprovação. Também a presidenta do legislativo quer levar a Câmara Municipal aos povoados em Sessões Itinerantes e, por fim, a decisão sobre os cargos que serão criados para o 1º Concurso da Câmara Municipal de Heliópolis.
Além de Ana Dalva, compareceram os vereadores Giomar Evangelista, Ronaldo Santana, Doriedson Oliveira, Raimundo Sabiá, José Mendonça Dantas e Claudivan Alves. O vereador José Clóvis Pereira compareceu, mas teve logo que sair para atender uma emergência e o vereador Zeic Andrade não compareceu e nem justificou. A reunião teve o comando da Advogada Ivana Santana, da Assessoria Jurídica da Câmara Municipal. Após cerca de cinco horas de debate, ficaram aprovadas as Sessões Itinerantes nos povoados, em datas a serem definidas pela Mesa Diretora, os cargos que farão parte do quadro efetivo para realização de concurso público da casa (Diretor Administrativo, Auxiliar de Administração, Auxiliar de Serviços Gerais e Motorista) e algumas mudanças técnicas no Regimento Interno. Não foram favoráveis ao fim da reeleição e nem às candidaturas avulsas. Estas últimas teriam que passar por emenda à Lei Orgânica do Município, o que exigiria 2/3 (dois terços) para aprovação. Ficou para uma outra reunião com o setor contábil o estabelecimento dos valores dos vencimentos dos cargos efetivos. 
Sobre a reunião, Ana Dalva disse que foi muito produtiva, embora não tenha sido tudo o que ela queria efetivado. “Não adianta forçar a barra. Política tem o seu momento. Foi o que conseguimos com a decisão da maioria. O importante é que as transformações estão ocorrendo e espero em breve termos uma Câmara Municipal totalmente independente e que o vereador possa andar pelo município de cabeça erguida como legítimo representante do povo e não de grupos políticos ou de uma autoridade. O que ninguém pode negar é que estamos no caminho certo e, com a mudança gradual das mentalidades, evoluiremos ainda mais. Meus colegas estão de parabéns!”, concluiu.