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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Elize Matsunaga relatou ameaça quase um mês antes de matar o marido


     Quase um mês antes de matar o marido, a bacharel em direito Elize Araújo Kitano Matsunaga ligou para a PM e disse que estava sendo ameaçada por ele. Na ligação, que foi gravada pela central da polícia, Elize diz ao policial que seu marido, Marcos Kitano Matsunaga, saiu de casa após ameaçá-la e pergunta se ela poderia trocar a fechadura de casa. A resposta do PM é de que Marcos, então herdeiro da fábrica de alimentos Yoki, tem o direito de entrar em sua própria residência. A ligação para a PM foi feita no dia 24 de abril deste ano. No dia 19 de maio, após uma discussão, Elize matou Marcos com um tiro na cabeça e esquartejou o corpo dele. O áudio da chamada telefônica foi anexado ao processo pela defesa de Elize. "Queremos demonstrar que ela não vivia no mar de rosas que a acusação diz", afirmou o advogado da acusada, Luciano Santoro. Amanhã, Elize e duas testemunhas deverão ser ouvidas pelo juiz durante uma audiência de instrução do processo. A acusada admite que matou o marido e diz que agiu sob forte emoção por conta da situação em que vivia. Segundo sua defesa, ela estava sendo traída por Marcos e tinha constantes discussões com ele. Já a acusação sustenta que ela agiu por motivações financeiras, pois tem uma filha com o executivo e temia que ele a abandonasse. Esquartejado, o corpo de Marcos foi encontrado dentro de uma mala em um matagal no dia 27 de maio. Elize está presa preventivamente desde o dia 5 de junho. Procurado na tarde de hoje, o promotor do caso, José Carlos Cosenzo, não foi encontrado e não retornou aos recados da reportagem. Informações da Folha de São Paulo.