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domingo, 28 de outubro de 2012

ACM Neto é o novo prefeito de Salvador


Neto governará Salvador a partir de Janeiro de 2013
ACM Neto (DEM) foi eleito neste domingo (28) o novo prefeito de Salvador, derrotando o candidato do PT Nelson Pelegrino no segundo turno. Neto assume a prefeitura em janeiro, substituindo João Henrique Carneiro (PP). Depois de um primeiro turno disputadissímo, a briga este domingo foi novamente acirrada. Neto venceu com cerca de 53,50% dos votos. Ele comemorou o resultado em sua página no Facebook. "Não duvidei um só minuto da força do nosso povo. Hoje, começamos a escrever uma nova história e Salvador vai reconquistar seu brilho e orgulho. Obrigado pela confiança! Vamos juntos defender Salvador!", postou. O resultado confirma pesquisa Ibope divulgada na véspera da eleição, que trazia Neto com 55% dos votos válidos frente a 45% de Pelegrino. No primeiro turno, contrariando as pesquisas, Neto acabou em primeiro lugar, com 40,17% dos votos válidos - Pelegrino teve 39,17%. A diferença foi de apenas 5.626 votos. Eles deixaram para trás Mário Kertész (PMDB), Márcio Marinho (PRB), Hamilton Assis (PSOL) e Rogério Da Luz (PRTB). Aos 33 anos, ACM Neto disputou a prefeitura de Salvador pela segunda vez - em 2008, perdeu ainda no primeiro turno. Ele está no terceiro mandato na Câmara dos Deputados e é líder do DEM na Casa. Formado em Direito pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), ele também já foi vice-presidente e corregedor da Câmara. Oitavo maior Produto Interno Bruto (PIB) entre as capitais do país, com riquezas estimadas em R$ 32,8 bilhões pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2009, a capital baiana tem economia baseada no serviço e na indústria, segundo informações da Agência Brasil. Aos 33 anos, o soteropolitano Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Neto (DEM) , ou ACM Neto, é o prefeito mais jovem da história de sua cidade natal. Seu avô, o ex-senador e ex-governador Antônio Carlos Magalhães (1927-2007) tinha 40 quando chegou ao mesmo cargo. Representante da terceira geração do clã político mais importante da Bahia, os Magalhães, ele preenche a lacuna deixada pelo seu tio e filho de ACM Luís Eduardo, morto aos 43 anos de um ataque cardíaco fulminante em 1998. Luís Eduardo, à época, estava sendo preparado para governar a Bahia e depois emplacar uma candidatura à Presidência da República.
Haddad vence José Serra e é eleito prefeito de São Paulo
Com Haddad, PT volta a governar o maior colégio eleitoral do país
O ex-ministro da Educação Fernando Haddad é o novo prefeito de São Paulo. Sem nunca ter disputado uma eleição, Haddad entrou na corrida pelas mãos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sai das urnas neste domingo tendo derrotado um dos principais líderes do PSDB, o ex-governador José Serra, obtendo cerca de 55% dos votos dos paulistanos. A vitória de Haddad devolve ao PT o comando da maior cidade do País, perdido há oito anos, quando a então prefeita Marta Suplicy foi derrotada por Serra em sua tentativa de se reeleger. Também ajuda a consagrar dentro do partido o processo de renovação capitaneado pelo próprio Lula e que pavimentou também a eleição da presidenta Dilma Rousseff em 2010. Ao escolher Haddad como candidato na maior cidade do País, Lula contrariou as principais alas tradicionais do PT de São Paulo. A maior resistência à candidatura do ex-ministro veio por parte do grupo de Marta, que se colocou como adversária de Haddad na disputa interna e só deixou o páreo após uma intervenção de Lula e Dilma. Marta não aderiu à campanha do ex-ministro da Educação enquanto não recebeu como contrapartida o comando do Ministério da Cultura. O grupo de Marta, entretanto, não foi o único a resistir. Aliados do hoje ministro da Educação, Aloizio Mercadante, também operaram internamente contra Haddad. Nesse caso, entretanto, a aceitação, assim como a adesão à campanha, foram mais rápidas. Para amarrar a candidatura de Haddad, Lula levou nada menos do que três anos. Os primeiros passos foram dados ainda em 2009, quando já estava arrematada a candidatura de Dilma Rousseff. Na época, faltava definir quem seria o candidato do PT ao governo de São Paulo. Foi ali que Lula, ainda presidente, ventilou pela primeira vez o nome de Haddad. O ex-presidente chegou a pedir a líderes da legenda no Estado que “testassem” o desempenho do então ministro em eventos pelo interior paulista. E propôs que seu nome fosse incluído em uma série de reuniões entre a direção partidária e possíveis candidatos ao governo, num esforço para medir o nível das resistências internas. Haddad chegou a se sentar a portas fechadas com a Executiva do PT. Disse aos colegas que tinha interesse em disputar uma eleição, mas que não teria condições de fazê-lo sem apoio interno. Ele acabou saindo da reunião defendendo a candidatura Mercadante, que depois receberia do próprio Lula um pedido para se lançar na corrida estadual. Nas últimas semanas, quando a vitória do ex-ministro já era tida como praticamente certa, líderes petistas já anteviam uma mudança nos discursos dos que lá atrás se posicionaram contra a candidatura de Haddad. "Quem era contra agora vai ter ouvir quieto", disse um dirigente do partido. Marta, por exemplo, foi além. Neste domingo, ao conversar com jornalistas depois de votar, elogiou o "tino político" e a "intuição" de Lula por ter insistido na candidatura do ex-ministro da Educação.
Com apoio de Cid e Ciro Gomes, Roberto Cláudio vence em Fortaleza
Com Roberto Claudio, PSB vence PT em Fortaleza
Com 53% dos votos válidos, o candidato Roberto Cláudio (PSB) foi eleito prefeito de Fortaleza (CE). Apoiado pelo governador Cid Gomes, também do PSB, e por seu irmão, Ciro Gomes, Roberto Cláudio derrotou o candidato do PT, Elmano de Freitas, que ficou com 47% dos votos válidos. No segundo turno, Roberto Cláudio conseguiu apoio do DEM e do PDT, cujos candidatos somaram mais de 34% dos votos válidos. Do outro lado, o Elmano de Freitas seguiu na corrida eleitoral isolado, embora tenha ficado na frente no primeiro turno com 25,44% dos votos válidos contra 23,32% do adversário. Com a administração bem-avaliada, o governador Cid Gomes, também do PSB, foi o principal cabo eleitoral de Roberto Cláudio. O irmão mais velho, Ciro Gomes, atuou mais nos bastidores na coordenação política da candidatura. A campanha para o segundo turno expôs o antagonismo local entre as duas legendas recém-separadas, mas aliadas no plano nacional. No plano nacional, os irmãos Gomes são aliados do PT e defendem a reeleição da presidenta Dilma Roussef em 2014. Por isso, a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha do candidato do PT foi discreta. O ex-presidente participou de comício na capital cearense durante o segundo turno, mas evitou citar os adversários e adotou um tom brando em suas críticas.
Em Vitória, Luciano Rezende (PPS) é eleito
Luciano Rezende, do PPS, vai administrar Vitória
Com 100% das urnas apuradas, Vitória (ES) tem um novo prefeito. Com 52,73% dos votos, Luciano Rezende (PPS) se elegeu neste domingo (28), derrotando Luiz Paulo (PMDB), que ficou com 47,27%. Na última pesquisa Ibope, divulgada dia 26, Rezende apareceu com 57% das intenções de voto contra 43% de Luiz Paulo. A pesquisa Futura, no entanto, divulgada um dia depois, mostrava Luiz Paulo à frente com 51,5% dos votos contra 48,5% de Rezende. No primeiro turno, Luciano Rezende teve 73.757 votos, o equivalente a 39,14% dos válidos. Luiz Paulo recebeu 69.143 votos, o que corresponde a 36,69% dos votos válidos. Casado, pai de dois filhos, Luciano entrou para a vida pública e exerceu quatro mandatos de vereador. Foi secretário municipal de Educação e secretário estadual de Esportes. Também foi deputado estadual.
Carlos Eduardo, do PDT, é o novo prefeito de Natal
Com 100% das urnas apuradas, Carlos Eduardo, do PDT, é o novo prefeito de Natal. Ele, que já foi prefeito da capital norte-rio-grandense, venceu a disputa com 58,31 dos votos válidos. O deputado estadual Hermano Moraes, do PMDB, ficou com 41,69% dos votos. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no primeiro turno, Carlos Eduardo obteve 40,42% dos votos válidos (excluídos os brancos e nulos) e Hermano, 23,01%. Com Produto Interno Bruto (PIB) de R$10,3 bilhões, Natal é a décima sexta economia entre as capitais brasileiras. O município concentra um polo de indústrias têxteis e de confecções, mas a prestação de serviços, especialmente o comércio, é a maior responsável pelo PIB. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima a população em 803.739 habitantes. O novo prefeito vai administrar a cidade, que ocupa a décima sétima posição no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre as capitais brasileiras, com 0,788. O índice é medido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) em uma escala que vai de 0 a 1. Carlos Eduardo, de 53 anos, nasceu no Rio de Janeiro, mas vive em Natal desde os 2 anos de idade. Formado em Direito, o candidato vem de uma família de políticos: o pai, Agnelo Alves, foi prefeito da capital, e o tio, Aluísio Alves, governador do Rio Grande do Norte.  Carlos Eduardo foi deputado estadual por quatro mandatos, vice-prefeito e prefeito. Entre suas propostas estão a construção de 34 escolas e a implantação da coleta seletiva de lixo em toda a cidade. Com informações da Agência Brasil.
Lewandowski é hostilizado  
Após votar, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski foi hostilizado por eleitores, que o criticavam pela absolvição de réus do mensalão, como o ex-ministro José Dirceu. Para diminuir os riscos de tumultos, o juiz Alexandre David Malfatti, responsável pela zona 258, na região sul de São Paulo, onde vota o ministro, determinou a expulsão de três repórteres do colégio estadual Mario de Andrade. A imprensa, segundo o juiz, não pode acompanhar o voto do ministro. "Para fim de resguardo do voto do eleitor", afirma Cláudia Ciscolo, chefe do cartório, que falava em nome de Malfatti. Ao longo da manhã, a menção ao nome do ministro, revisor do mensalão, provocou reações negativas entre os eleitores do colégio. O ministro votou pela absolvição de réus do processo, entre eles, José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil durante o governo Lula. "Nunca vi isso, pelo contrário, só recebo cumprimentos. Muitas pessoas querem tirar foto comigo. Você vê aqui a tranquilidade. Entrei na fila como um cidadão comum, pela porta da frente." No primeiro turno, Lewandowski entrou pela porta dos fundos da escola. Enquanto se preparava para votar, o ministro foi hostilizado por eleitores, que disseram "nojo" e "vergonha nacional". Ao fim da votação, um dos mesários perguntou a ele se já havia dado "um abraço em José Dirceu". Na saída, Lewandowski defendeu seu papel de revisor no mensalão. "É como alguém com um problema sério de saúde, que vai ao médico e depois pede uma segunda opinião." O ministro, no entanto, estava sorridente e descartou que o julgamento dos processo possa influenciar no resultado das eleições. "Uma coisa é o julgamento, outra coisa é a eleição. O povo brasileiro está maduro para fazer escolhas conscientes e independentes", disse. Durante a disputa pela Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad (PT) tentou se desvincular do julgamento dizendo que não havia denúncias de corrupção contra ele e seus assistentes no Ministério da Educação. A Justiça Eleitoral determinou de forma liminar ontem a apreensão de panfletos da campanha tucana que citavam o escândalo. O material simula um "santinho" do ex-ministro José Dirceu com a mensagem "mensalão é 13".
João Pessoa elege Luciano Cartaxo (PT)  
Luciano Cartaxo (PT) é novo prefeito de João Pessoa
Luciano Cartaxo, do PT, é o novo prefeito da capital da Paraíba. Ele venceu com 68,13% dos votos válidos. Cícero Lucena, do PSDB, conseguiu 31,87%. Os votos brancos somaram 2,96 % e os nulos, 5,97 %. A abstenção ficou em 17,24 %. No primeiro turno, Cartaxo teve 38,32% dos votos válidos e Lucena, 20,27%. Com 742.478 habitantes, João Pessoa tem Produto Interno Bruto (PIB) de R$8,6 bilhões, o vigésimo entre as 27 capitais do país. O turismo é uma grande fonte de renda e gerador de empregos, além do comércio, que também tem grande participação na economia do município. Cartaxo administrará um município que tem o décimo nono Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre as capitais brasileiras: 0,783. O IDH é medido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) em uma escala que vai de 0 a 1. O petista Luciano Cartaxo nasceu em Sousa, interior da Paraíba, tem 48 anos e é farmacêutico. Sua carreira política começou no movimento estudantil na Universidade Federal da Paraíba. Mais tarde, foi presidente do Conselho Regional de Farmácia e vereador. Na Câmara Municipal, Cartaxo ficou por 12 anos. Foi ainda deputado estadual e vice-governador. Ele pretende dar prioridade à educação infantil e criar o Programa Municipal de Educação no Trânsito. Com informações da Agência Brasil.
Zenaldo Coutinho, do PSDB, é eleito prefeito de Belém
O candidato Zenaldo Coutinho (PSDB) foi eleito prefeito de Belém neste domingo (28). Com 99,79% das urnas apuradas, ele tem 56,60% dos votos válidos contra 43,40% de Edmilson Rodrigues (PSOL), que ficou em segundo. Zenaldo Rodrigues Coutinho Júnior nasceu 4 de fevereiro de 1961 em Belém.  Ele é formado em direito e tem duas filhas. Começou sua carreira política em 1983, aos 21 anos, quando foi eleito vereador em Belém pelo PDT, conseguindo ser reeleito depois. Foi eleito deputado estadual duas vezes, atuando como presidente da Assembleia Legislativa em 1995. Em 1999, foi eleito deputado federal. Zenaldo também atuou como chefe da Casa Civil e secretário especial de proteção e desenvolvimento social durante o mandato do governador Simão Jatene. Em 2011, Zenaldo deixou a secretaria para atuar na frente parlamentar contra a criação do estado de Carajás durante o plebiscito que consultou a população do Pará sobre a possibilidade da divisão do estado.
Clécio Vieira (PSOL) é eleito prefeito de Macapá  
Em uma disputa apertada, o candidato Clécio Vieira (PSOL) foi eleito prefeito de Macapá, vencendo o adversário Roberto Góis (PDT). Ele conquistou 50,59% dos votos válidos. Roberto teve 49,41% dos votos válidos. Os votos brancos somaram 1,03% e os nulos, 2,31%. A abstenção ficou em 18,27%. Professor, geógrafo e especialista em desenvolvimento sustentável e gestão ambiental, Clécio Vieira foi eleito vereador por dois mandatos e, em 2006, foi candidato ao governo do Amapá. Situada no sudeste do estado, Macapá é a única capital do país que não tem interligação por rodovia com outras capitais. O Amapá tem população de 398,2 mil habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e 253,3 mil eleitores, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com Produto Interno Bruto (PIB) estimado em R$ 4,6 bilhões, segundo o IBGE, Macapá é a 98ª economia do país e a 24ª entre as capitais brasileiras. O setor de serviço é o maior responsável pela economia da cidade, com receita estimadas em R$ 3,9 bilhões. As informações são da Agência Brasil.
Adversário de Sarney, Edivaldo Júnior é eleito em São Luís
Edivaldo Júnior governará São Luís
Com 56% dos votos válidos, o candidato Edivaldo Holanda Júnior (PTC) foi eleito prefeito de São Luís. Júnior derrotou o atual prefeito João Castelo (PSDB), que tentava a reeleição e terminou com 44% dos votos válidos. Oficialmente neutra no segundo turno, a família Sarney apoiou Castelo após um acordo de bastidores feito após o fim do primeiro turno . A aliança entre os grupos de Castelo e Sarney no segundo turno foi vista com surpresa porque, durante todo o seu mandato, o prefeito tucano disse ter sido perseguido pelo grupo político do presidente do Senado, José Sarney (PMDB) e da sua filha, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB). Após a formalização dessa aliança, Castelo passou a ser elogiado por deputados da base roseanista na Assembleia Legislativa. No primeiro turno, o clã Sarney havia apoiado o petista Washington Luiz, que terminou em terceiro lugar apesar de também contar com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da presidenta Dilma Rousseff (PT).  Com a vitória de Júnior, a capital maranhense passa a ser controlada pelo grupo político de Flávio Dino, atual presidente da Embratur e adversário político da família Sarney. O grupo político de Dino já comanda cidades importantes do Maranhão, como Caxias. A vitória em São Luís deixa esse grupo mais forte para as eleições para o governo do estado, em 2014.
Firmino Filho do PSDB é eleito prefeito de Teresina
Firmino Filho (PSDB) vai administrar Teresina a partir de 2013
Com pouca diferença, o ex-prefeito Firmino Filho (PSDB) venceu Elmano Férrer (PTB). Aos 48 anos, o deputado estadual retorna ao cargo que ocupou por dois mandatos seguidos – ele foi prefeito de Teresina entre 1997 e 2004. Firmino Filho é formado em economia e atua como professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em 2006, Firmino foi candidato ao governo, mas terminou derrotado em uma disputa definida em primeiro turno, com vitória do ex-governador e hoje senador Wellington Dias. Firmino obteve 51,54% dos votos, contra 48,46% de Elmano.
Guilherme Menezes reeleito em Vitória da Conquista
Guilherme Menezes (PT) foi reeleito em Vitória da Conquista
O atual prefeito Guilherme Menezes (PT) venceu a disputa pela prefeitura de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, com 56,% dos votos válidos. Atual prefeito da cidade, Guilherme tentou a reeleição na chapa que tem como candidato a vice-prefeito o servidor público Joás Meira Cardoso, do PSB. Seu adversário, o jornalista Herzem Gusmão, que tinha como vice o professor Claudionor Dutra, do PSDB. No primeiro turno, Guilherme ficou com 49,12% dos votos válidos. Herzem foi o preferido por 40,24% da população em 7 de outubro. Para tentar frear o rival, a tática adotada por Guilherme, a partir do resultado das urnas no primeiro turno, foi buscar aliados. O petista articulou para conquistar o apoio de dois dos três candidatos derrotados na etapa inicial da disputa: Abel Rebouças (PDT) e Edigar Mão Branca (PV). Juntos, eles somaram 10,1% dos votos. Com a aliança firmada, o prefeito consolidou uma coligação de 13 partidos, que elegeu 13 dos 21 vereadores da cidade. Só o PT conseguiu 22,83% dos votos nas eleições para a Câmara Municipal, ganhando cinco cadeiras no Legislativo. A ação conjunta dessas lideranças foi uma das apostas de Menezes para se manter no poder. Essa foi a primeira vez em que a disputa para prefeito em Vitória da Conquista foi prorrogada para o segundo turno, já que a cidade passou da marca de 200 mil eleitores, o mínimo delimitado pela Justiça Eleitoral para haver eleição em duas etapas.
Com informações de Folha de São Paulo, IG Notícias, UOL, O Estado de São Paulo, A Tarde, CORREIO, Bahia Notícias e do portal do TSE.