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sábado, 22 de setembro de 2012

Será preciso um cadáver em Heliópolis?


Violência e compra de votos atrapalham o espetáculo democrático! Quando Heliópolis terá reforço policial?
                            Landisvalth Lima
Não sei quem vai achar que este artigo é propaganda eleitoral negativa, mas o faço como alerta. Não é profecia, é fato: espero que não tomem providência sobre a violência em Heliópolis depois que o leite derramar. Para ser mais claro, será que precisaremos de um cadáver para que a Justiça tome providências enérgicas sobre a violência em Heliópolis? Querem provas mais concretas ou fatos mais estarrecedores?
Desesperados por verem o projeto eleitoral ir ladeira abaixo, membros do atual governo municipal partem para o desespero. O que faz um prefeito visitando comunidades rurais pela madrugada? O que uma autoridade vai fazer num horário deste? Seria visita de cortesia? Quem sabe para tomar uma meladinha de mais uma criança que nasceu fora de Heliópolis? Quem sabe visitar um doente que foi operado fora de Heliópolis, já que o nosso sistema de saúde eficiente só existe no horário eleitoral gratuito da coligação Heliópolis no rumo certo!
Deixemos a hipocrisia de lado! Tudo isso é compra velada de votos e a oposição sabe que esta prática muda resultados. Este ano, para garantir a vantagem, os opositores têm vigilantes espalhados por todo o município. Todos com celulares com câmeras para dar um basta nesta questão de compra de votos. Isto está gerando uma reação violenta por parte dos encastelados no poder. Os chamados “seguranças” estão armados, intimidando pessoas. O episódio da 5ª feira foi exemplar. As ameaças feitas a Lucas Araújo, abordado pelos tais seguranças de armas em punho na rua onde mora o prefeito foi ato medieval. Queriam prender o rapaz e apreender seu veículo. Com qual autoridade? Na localidade de Velame, o militante Zé Augusto viu uma arma apontada para si, ato também praticado pelos ditos seguranças do prefeito. Como perceberam a besteira que fizeram, pasmem, registraram queixa crime contra a coligação Unidos por Heliópolis, como forma de disfarçar a culpa.
Pior é saber que há policiais em serviço exercendo este papel. Ora, mas não é função da polícia proteger os cidadãos? Afinal, a primeira dama e o prefeito são cidadãos também! Ocorre que, enquanto policiais protegem autoridades, uma só pessoa numa moto fez dois assaltos em Heliópolis, roubando uma padaria e uma loja, em plena luz do dia. Seria somente as autoridades as detentoras do direito à segurança? E o povo, o contribuinte, aquele que mantém os Estado Republicano com o seu suor e sua lágrima? O prefeito pode pagar segurança! A polícia é para proteger o cidadão comum!
Sabemos que Heliópolis é pequeno. São só 11 mil eleitores entre os mais de 7 milhões na Bahia, mas parece que estão esperando um cadáver para resolver a questão. Esta coisa de ganhar a eleição a qualquer custo é um suicídio! Não só leva a uma disputa desproporcional, como cria rivalidades que não se curarão com o tempo. Porque já foi o tempo de se pregar a paz. Parece que estamos vivendo o tempo do “bateu, levou!”. E um revide leva a outro! Então, por precaução, acho que o Meritíssimo Juiz Eleitoral, Dr. Antônio Fernando, deve convocar reforço militar, se possível o Exército, para acalmar os ânimos. Porque quando o provocador é a oposição, parece que as coisas andam mais céleres. Entretanto, quando são os governistas os desesperados, as solicitações vão à sela de um jegue!