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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Protestos contra a corrupção concentram-se na área central de Brasília

Entidades organizadoras da Marcha contra a Corrupção, prevista esta quarta-feira (7), esperam reunir 30 mil pessoas em Brasília de acordo com informações da Agência Brasil. “Temos 22 mil pessoas confirmadas pelas redes sociais, e acreditamos que mais pessoas irão aparecer na hora”, disse Rodrigo Montezuma, organizador da marcha. Nesta segunda-feira (5) a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reuniram-se com senadores do movimento contra a corrupção e a impunidade. Para o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, é importante que as entidades e os políticos aproveitem o momento da Marcha para chamar a atenção para temas como o fim do voto secreto no Congresso Nacional, a celeridade no julgamento de casos de corrupção, o fim de emendas parlamentares individuais, a redução de cargos comissionado, a transparência nos gastos públicos e a declaração imediata da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa. “Queremos a mobilização popular na Marcha contra a Corrupção, mas estamos preocupados com o day after, em como colocar esses projetos para andar”, disse Ophir.Os protestos começaram cedo na festa do 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios. Convocada via Facebook, a Marcha contra a Corrupção concentra seus primeiros 200 participantes em frente ao Museu Nacional. Em um carro de som, os organizadores convocam: "Vamos fazer história. Lugar de corrupto é na cadeia".
Dentre os participantes, aproximadamente 70 se vestem de preto. Alguns deles distribuem narizes de palhaço e apitos a quem se aproxima. Antes dessa concentração, já havia chegado à Esplanada um grupo de servidores para protestar contra as mais recentes denúncias envolvendo integrantes do governo federal. Vestidos de laranja, eles participam do núcleo Sérgio Buarque de Hollanda, o qual defende que as corrupções ativa e passiva sejam classificadas como crimes hediondos. "Defendemos a educação fiscal. Muito dinheiro público vai pelo ralo por conta de desvios", comentou Rita Feliceti, 52 anos,  servidora da Receita Federal. O grupo de que ela participa trouxe ainda 100 camisetas cor de laranja para vender durante o dia de manifestações populares.
Informações do Bahia Notícias e de Maria Júlia Lledó – do Correio Braziliense.