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sábado, 2 de julho de 2011

Bolsonaro nega que tenha havido ditadura no Brasil

Embora negue veementemente que utiliza-se de polêmicas para sempre ser notícia nos meios de comunicação, o deputado federal Jair Bolsonaro, em entrevista à revista Época desta semana, voltou a condenar o homossexualismo e partiu em defesa da ditadura militar brasileira. “É mentira que o regime militar foi uma ditadura. Foi uma necessidade para aquele momento, e a adoção do regime foi motivada por anseios de todos os segmentos da sociedade, incluindo a mídia em geral e a igreja. Essa afirmativa pode ser comprovada com a leitura de jornais e revistas da época. Há 25 anos os militares são vilipendiados diuturnamente, inclusive acusados de torturadores, e as Forças Armadas permanecem como uma das instituições mais confiáveis do país, o que induz ao entendimento de que fizeram um bom governo”, argumentou. De acordo com o seu entendimento, entre 1964 e 1985, não houve regime autocrático no país, ao contrário do que foi implantado por socialistas em outras partes do mundo. “Ditadura, à época, existia em Cuba e perdura até os dias atuais, onde os integrantes da cúpula do nosso governo vão passar férias e idolatram Fidel Castro. O que os militares fizeram naquele momento foi evitar a implantação da ditadura do proletariado que, certamente, estaria perdurando até os dias atuais, a exemplo de Cuba”, declarou. Mesmo após definir-se “preconceituoso, com muito orgulho”, o parlamentar do PP fluminense disse não é preconceito a sua afirmação de que não receberia transfusão de sangue de um homossexual, mesmo que esta fosse a sua única opção. “O risco de ser contaminado com o sangue de homossexual é 17 vezes maior do que com o de heterossexual. Duvido que alguém aceite sangue doado por homossexual sabendo desse risco. Cuidar da minha saúde é diferente de ser preconceituoso”, comparou.
Informações Revista Época e do Bahia Notícias.